quarta-feira, 25 de maio de 2011

A CORREÇÃO FRATERNA É UM GRANDE MEIO DE SALVAÇÃO.

Mt 18, 15-20

Ficamos muito contentes com o simples fato que alguém nos dá atenção. Mais ainda quando faz com cuidado o que pedimos ou precisamos.
E nós, fazemos o mesmo com todos? E com Deus?
Apenas um pequeno exame de consciência para começar bem o dia.

Assim que comecei a escrever essa pequena mensagem, uma pessoa chamou-me para comunicar um problema, uma necessidade urgente. A história não me convenceu, porque é uma pessoa complicada, que inventa pequenas desculpas para obter o que quer. Por enquanto dei-lhe toda a minha atenção, e mais nada. Pedi a outra pessoa que o conhece melhor, para verificar se é realmente verdade o que me disse. Não sendo, devo tratá-lo na verdade e corrigi-lo. Isso também é dar atenção a quem precisa.

O Evangelho no diz: “Se teu irmão tiver pecado contra ti, vai e repreende-o entre ti e ele somente; se te ouvir, terás ganho teu irmão. Se não te escutar, toma contigo uma ou duas pessoas, a fim de que toda a questão se resolva pela decisão de duas ou três testemunhas. Se recusa ouvi-las, dize-o à Igreja. E se recusar ouvir também a Igreja, seja ele para ti como um pagão e um publicano. Em verdade vos digo: tudo o que ligardes sobre a Terra será ligado no Céu, e tudo o que desligardes sobre a Terra será também desligado no Céu. Digo-vos ainda isto: se dois de vós se unirem sobre a Terra para pedir, seja o que for, consegui-lo-ão de meu Pai que está nos Céus. Porque onde dois ou três estão reunidos em Meu nome, aí estou Eu no meio deles” (Mt 18, 15-20).

Quem não corrige seu próximo, causa dano não somente a ele, mas também a si próprio. Ver-se-á privado dos méritos e benefícios do cumprimento desse dever, e acabará por escandalizar os que constatam sua negligência.

A correção fraterna é um grande meio de salvação, pois bem pode o destino eterno de alguém depender da aceitação às correções que lhe sejam feitas.

Nas ofensas pessoais, injúrias, ou mesmo nos defeitos que observemos na conduta de outros - sobretudo faltas concernentes à Fé e aos costumes, com risco de produzir algum escândalo - não podemos deixar de advertir nosso próximo, seja por indiferença nossa, seja, pior ainda, por desprezo. E para pôr em prática a norma do Senhor, expressa no versículo acima, nosso zelo deve ser cheio de fervor.




Com minha pobre benção.
Pe. Emílio Carlos Mancini. +

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