quarta-feira, 7 de abril de 2010

A "PAIXÃO" DE BENTO XVI



Entre conspirações, calúnias e “bolas de papel”.

Eis quem se esconde atrás do ataque ao Papa dos valores inegociáveis.Mas “as portas do inferno não prevalecerão”.

Traduzido e adaptado de Ginaluca Barile http://www.papanews.it/

O primado sobre a Igreja, conferido por Cristo a Pedro e a seus sucessores, não é “simplesmente” a faculdade de guiar o povo terreno na caminhada rumo a Deus. É algo mais. É a entrega do martírio. O próprio Cristo revelou isso ao Apóstolo escolhido para apascentar o Seu rebanho: “Em verdade, em verdade te digo: quando eras jovem, tu te vestias sozinho e ias onde querias; mas, quando envelheceres, estenderás a tua mão e um outro te vestirá e te levarás onde não queres” (Jo 21,18).
A profecia de fato se cumpriu, em Roma, pelas mãos de Nerone, sobre a colina do Vaticano, onde Pedro foi crucificado, como o seu Mestre, mas de cabeça para baixo, conforme seu pedido, porque se sentia indigno de morrer da mesma maneira que o Messias.
Nós, católicos, sabemos que Pedro, hoje, é Bento XVI. Não temos dúvida disso. Mas quem, vestindo os paramentos de Nerone, assopra sobre o fogo do escândalo da pedofilia? Aqueles que desejam silenciar o Papa dos valores não negociáveis; o Pontífice que não se esquivou por medo diante dos lobos; o Chefe da Igreja, sem hesitação ou compromissos na defesa da vida, na condenação do aborto e da eutanásia, na tutela do matrimônio natural.
Trata-se dos potentíssimos lobbys econômicos, farmacêuticos, homossexuais, a quem seria certamente mais cômodo um Papa débil e silencioso ou, melhor ainda, mais “tolerante”. Se trata de verdadeiras e próprias organizações criminais, cínicas e cruéis, que agem em uníssono com a maçonaria para fazer uma caricatura de Bento XVI como o “número 1” da mais ativa e ameaçadora Associação para delinqüir e violentar sexualmente crianças que já existiu em toda a história: a Igreja Católica.
Bem, eles não terão sucesso. Ou, melhor, para dizer tudo, já faliram. Primeiro porque as acusações são infundadas: ninguém como este Pontífice, desde quando era Cardeal Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, combateu com tantos resultados a pedofilia e os abusos sexuais praticados em geral pelo Clero; depois, porque nenhuma pessoa de bom senso poderia colocar em dúvida a estatura e honestidade intelectual de Joseph Ratzinger.
Depois da “lenda negra” de Pio XII sobre os judeus, há quem queira, hoje em dia, criar a “lenda negra” de Bento XVI, como aquele que passou a vida encobrindo casos de padres pedófilos.
Estamos ainda na Quaresma, mas a “paixão” do Santo Padre já começou dolorosamente.
Avante! Força! Coragem! Ajudemo-lo com a oração, confiando-o e confiando-nos a Maria Santíssima.
Façamo-nos “Cireneus”. Tomemos um pouco da sua Cruz e acompanhemo-lo sem hesitação.
Desde o atentado contra João Paulo II, não se via mais um ataque tão direto e cruel ao Sumo Pontífice.
Mas não podemos e não devemos nos render, até porque a promessa de Cristo a Pedro é irrevogável:
“As portas do inferno não prevalecerão…”




Fonte: www.deuslovult.org
Disponível em: http://www.deuslovult.org/2010/03/27/a-paixao-de-bento-xvi/

PERITOS RESPONDEM A ARTIGO DO WASHINGTON POST


Peritos respondem a artigo do Washington Post que difunde "Grande Mentira" sobre abusos.


George Weigel, conhecido apologeta americano, e o Pe. Jay Scott Newman, canonista, respondem com precisão a um artigo publicado pelo Washington Post no domingo de Ramos, escrito pela polêmica cantora irlandesa Sinead O’Connor. Para ambos os peritos, este texto é uma peça mais da engrenagem midiática que busca enlodar o Papa Bento XVI apresentando-o como “encobridor” de alguns casos de abusos sexuais cometidos por membros do clero, quando não o é nem nunca foi.
No artigo titulado “Difundindo a Grande Mentira: por que o Washington Post publica no Domingo de Ramos um malicioso artigo do Sinead O’ Connor sobre os abusos na
Igreja Católica?”, os peritos explicam que a controvertida cantora tem direito a expressar-se, inclusive contra o Papa, mas “não tem direito a manipular o ensino e as leis da Igreja Católica para respaldar sua alegação por escrito de que a Igreja é uma ‘organização abusadora’ e que ameaça com a excomunhão quem denuncia os abusadores sexuais entre o clero”.
“Isso, em última instância, falso. Se a Sra. O’Connor é consciente da falsidade disto, então mentiu. O que é mais provável é que ela tenha tomado estes argumentos sem sentido de quem está tratando de mostrar a Igreja Católica como uma conspiradora global formada por predadores sexuais, para esmagar a Igreja moral e financeiramente e levá-la à vergonha em meio da esfera pública”.
Os peritos explicam logo que
“o atual turbilhão de controvérsia que gira ao redor do Papa Bento XVI está repleto de Grandes Mentiras. Uma delas –que Bento, quando era Cardeal Ratzinger, impediu que se sancione o diabólico sacerdote que tinha abusado de 200 meninos surdos confiados a seu cuidado– foi explorada recentemente. Outra Grande Mentira é que Bento XVI é suave ante os abusos, e como a Sra. O’Connor sugere, está mais preocupado em defender a reputação de clérigos maiores que em ir à raiz do mal do abuso sexual”.
“A aguda resposta do Papa aos bispos da Irlanda e sua franca condenação aos sacerdotes e religiosas abusadores no último 20 de março em sua carta aos católicos irlandeses revelam quão falsa é a alegação por escrito da cantora”.
Outra das Grandes Mentiras que citam ambos os autores está relacionada com a afirmação de que “os abusos por parte de clérigos e o má gerência episcopal dos mesmos foram permitidos por um documento vaticano de 1962 chamado Crimen sollicitationis (O Crime de Solicitação)” assim como por uma carta do então Cardeal Ratzinger do ano 2001, De delictis gravioribus (Sobre crimes mais sérios).
Weigel e o Pe. Newman explicam que o primeiro foi escrito para “assegurar que se um sacerdote solicitava a um católico cometer um pecado sexual durante a confissão, ele ou ela podia denunciar o presbítero sem ser exposto ao escândalo público. Sinead O’Connor (e muitos, muitos outros que difundiram esta Grande Mentira em particular) o entenderam absolutamente mal”.
A Crimen sollicitationis “não foi escrita para proteger a sacerdotes abusadores do castigo, mas para permitir que a Igreja chegue à verdade sobre estes sacerdotes sem envergonhar as suas vítimas ou romper o segredo de confissão. De fato, o amparo requerido neste documento alentava as vítimas de abuso a dá-lo a conhecer. Ao exigir o segredo ao bispo e aos sacerdotes que dirigem uma denúncia sobre um sacerdote-confessor que era um predador sexual, a Igreja tratava de proteger a confidencialidade do confessionário e a privacidade da vítima, não procurava prevenir que se denunciara à polícia, quem nunca esteve obrigada ao secreto”.
Esta mesma analogia, explicam, de outra coisa que Sinead O’ Connor não entende, poder ser vista “no segredo daqueles jornais que escolhem não publicar os nomes das vítimas de violação”.
Este documento de 1962 se manteve em vigor até o ano 2001, quando o então Cardeal Ratzinger, como Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, publicou um novo documento De delictis gravioribus “que prosseguiu no esforço de proteger a confidencialidade da confissão e a privacidade dos católicos abusados por confessores e permitia à Igreja responder efetiva e consistentemente às acusações contra sacerdotes, que como qualquer outro, têm o direito à presunção de inocência”.
“Qualquer um com um mínimo de conhecimento de como Ratzinger dirigiu estes casos nesse dicastério entende que Bento XVI está muito comprometido em uma honesta recontagem da más condutas sacerdotais e na reforma que está em marcha para a vida e ministério dos sacerdotes”.
“Estes são fatos –prosseguem–. Podem ser verificados por qualquer canonista competente. Por que o Washington Post escolheu o domingo do Ramos, enquanto Bento XVI celebrava uma das mais belas liturgias do ano na Praça de São Pedro, para publicar um artigo malicioso e ignorante de Sinead O’Connor, cuja aversão pela Igreja é conhecida, não é algo que nos corresponde julgar”.
“O que podemos dizer, como outro fato, é que ao fazê-lo sem a básica recontagem de fatos concretos, os editores do Post contribuíram à difusão de uma Grande Mentira”, concluem.



www.acidigital.com.br

"FORÇAS PODEROSAS" ATACAM O PAPA.


"Forças poderosas" atacam o Papa, diz biógrafo de João Paulo II.

O papa Bento XVI e a Igreja Católica estão sendo atacados por “forças poderosas” que desejam destruir seus ensinamentos, afirmou o escritor católico George Weigel, biógrafo do falecido João Paulo II.
Em uma entrevista ao jornal italiano La Stampa, Weigel, expoente do catolicismo americano, declarou que as duras críticas ao pontífice e à Igreja pela atitude diante dos recentes escândalos por padres pedófilos na Europa e nos Estados Unidos, estão vinculados a “uma guerra cultural”.
“A Igreja americana não registra uma crise pelos escândalos dos abusos. Estes problemas já haviam sido enfrentados em 2002. A atual controvérsia está relacionada com a guerra cultural no Ocidente”, destacou Weigel, renomado intelectual e membro do “Centro de Política e Ética” .
“A Igreja é a última instituição que defende a necessidade de verdades morais no mundo e entre os homens e, por isto, forças poderosas do Ocidente a atacam”, disse.
“As forças hostis aproveitam os erros de alguns filhos e filhas da Igreja, assim como de algumas autoridades para destruir os ensinamentos da Igreja”, afirmou Weigel. “Não se pode falar de um complô organizado e sim de interesses comuns que convergem contra a Igreja”.
Para o biógrafo de João Paulo II, conhecido pelas posições a favor de uma modernização da Igreja, campanha contra o Papa tem a participação de diferentes tipos de pessoas.
“Políticos e jornalistas que querem destruir a credibilidade da Igreja, advogados sem escrúpulos que querem chegar às finanças do Vaticano, laicos anticatólicos que aproveitam qualquer oportunidade para atacar a Igreja e católicos que querem a revolução irrealizável: fim do celibato, ordenação das mulheres, diminuição da autoridade do bispo”, opinou.
Para ele, a Igreja tem aplicado uma disciplina mais severa desde a explosão dos escândalos de abusos de menores no início da década de 2000.
“As medidas funcionaram”, declarou, antes de afirmar que “dos 68 milhões de católicos nos Estados Unidos, apenas seis casos comprovados foram denunciados ano passado. É sempre muito, mas é falso dizer que o fenômeno continua”.


Fonte: www.noticias.terra.com.br

DOM TYMOTHY DOLAN: EM DEFESA DA FÉ


O arcebispo de Nova York, Dom Timothy Dolan, recebeu um longo aplauso, com todos os presentes em pé, na catedral de São Patrício, no Domingo de Ramos, quando defendeu Bento XVI das “implacáveis insinuações” nos escândalos de abusos sexuais.
Ao final da Missa, o arcebispo pediu aos congregados alguns minutos de paciência e então disse que “a escuridão da Semana Santa está intensificada para os católicos nesse ano”.
Trata-se de um “dilúvio de notícias sobre abusos de menores por parte de alguns sacerdotes, dessa vez na Irlanda, Alemanha e repetindo uma velha história, em Wisconsin”.
“O que torna mais profunda a tristeza são as insinuações sem trégua contra o próprio Santo Padre, já que algumas fontes parecem ansiosas para envolver o homem que, talvez mais que nenhum outro, foi líder em purificação, reforma e renovação de que a Igreja tanto precisa”, disse.
O arcebispo Dolan, de 60 anos, indicou que a Missa Dominical não é “o lugar para documentar a falta de rigor, a parcialidade e os exageros de insultos como estes”, mas é “o momento para os católicos rezarem por Bento XVI, nosso Papa”.
Os fiéis reunidos responderam às palavras do arcebispo com um aplauso que durou meio minuto, segundo informou Associated Press.
O arcebispo Dolan destacou que Bento XVI está sofrendo “algumas das mesmas acusações injustas, gritos da multidão e açoites como recebeu Jesus”.
E assegurou que o “espetacular progresso” realizado pela Igreja nos Estados Unidos “nunca iria poder ter sucesso sem a insistência e o apoio do homem que agora está sendo coroado com espinhos por insinuações infundadas”.
Ele concluiu: “O pai de nossa família, “il papa”, necessita de nosso amor, apoio e oração.”
Fonte: Zenit.org

CNBB: NOTA DE SOLIDARIEDADE


CNBB perplexa com ataques frequentes e sistemáticos contra Papa,
Episcopado divulga nota de solidariedade a Bento XVI.

A CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) saiu em defesa de Bento XVI neste momento em que o pontífice sofre ataques no contexto dos escândalos de abusos sexuais na Igreja.
Em nota oficial pronunciada nessa quarta-feira, 31.03.10, o presidente da CNBB, Dom Geraldo Lyrio Rocha, recorda que
“o povo católico de todo o mundo acompanha, com profunda dor no coração, as denúncias de inúmeros casos de abuso sexual de crianças e adolescentes praticado por pessoas ligadas à Igreja, particularmente padres e religiosos”.
“É de se lamentar, no entanto – prossegue a nota –,
que a divulgação de notícias relativas a esses crimes injustificáveis se transforme numa campanha difamatória contra a Igreja Católica e contra o Papa.”
“Deixam-nos particularmente perplexos os ataques frequentes e sistemáticos, ao Papa Bento XVI, como se o então Cardeal Ratzinger tivesse sido descuidado diante dessa prática abominável ou com ela conivente.”
Segundo a CNBB, uma “análise objetiva dos fatos e depoimentos dos próprios envolvidos nos escândalos revela a fragilidade dessas acusações”.
“O Papa, ao reconhecer publicamente os erros de membros da Igreja e ao pedir perdão por esta prática, não merecia esse tratamento, que fere, também, grande parte do povo brasileiro, que sofre com esses momentos difíceis, e reza pelas vítimas e seus familiares, pelos culpados, mas também pelas dezenas de milhares de sacerdotes que, no mundo todo, procuram honrar sua vocação.”
“No momento em que a Igreja Católica e a própria pessoa do Santo Padre sofrem duros e injustos ataques, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil manifesta sua mais profunda união com o Papa Bento XVI e sua plena adesão e total fidelidade ao Sucessor de Pedro”,
assinala a nota da CNBB.
CELAM
A presidência do CELAM (Conselho Episcopal Latino-Americano) também expressou nessa quarta-feira, em nota, sua solidariedade a Bento XVI.
“Ao contrário do que alguns setores da imprensa têm publicado, a atitude do então Cardeal Ratzinger em relação a casos de abusos sexuais praticados por alguns membros do clero sempre foi muito firme”,
afirma o texto assinado por Dom Raymundo Damasceno Assis, presidente do CELAM.
“As agressões injustas que Sua Santidade tem sofrido nos levam à contemplação do Cristo, que morreu de forma tão incompreensível na Sexta-Feira Santa, e à união com a Virgem Maria, no silêncio de sua dor no Sábado Santo, na certeza da participação na Vida do Ressuscitado para sermos, cada vez mais, Seus fiéis discípulos missionários”,
afirma a nota.

Fonte: Zenit.org