sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

LITURGIA DIÁRIA - A CURA DOS CEGOS


Leitura do Livro do Profeta Isaías.


Assim fala o Senhor Deus: 17Dentro de pouco tempo, não se transformará o Líbano em jardim? E não poderá o jardim tornar-se floresta?18Naquele dia, os surdos ouvirão as palavras do livro e os olhos dos cegos verão, no meio das trevas e das sombras. 19Os humildes aumentarão sua alegria no Senhor, e os mais pobres dos homens se rejubilarão no Santo de Israel; 20fracassou o prepotente, desapareceu o trapaceiro, e sucumbiram todos os malfeitores precoces, 21os que faziam os outros pecar por palavras, e armavam ciladas ao juiz à porta da cidade e atacavam o justo com palavras falsas.22Isto diz o Senhor à casa de Jacó, ele que libertou Abraão: “Agora, Jacó não mais terá de envergonhar-se nem seu rosto terá de enrubescer; 23quando contemplarem as obras de minhas mãos, hão de honrar meu nome no meio do povo, honrarão o Santo de Jacó, e temerão o Deus de Israel; 24os homens de espírito inconstante conseguirão sabedoria e os maldizentes concordarão em aprender”.

Evangelho (Mateus 9,27-31)

.Naquele tempo, 27partindo Jesus, dois cegos o seguiram, gritando: “Tem piedade de nós, filho de Davi!” 28Quando Jesus entrou em casa, os cegos se aproximaram dele. Então Jesus perguntou-lhes: “Vós acreditais que eu posso fazer isso?” Eles responderam: “Sim, Senhor”. 29Então Jesus tocou nos olhos deles, dizendo: “Faça-se conforme a vossa fé”. 30E os olhos deles se abriram. Jesus os advertiu severamente: “Tomai cuidado para que ninguém fique sabendo”. 31Mas eles saíram, e espalharam sua fama por toda aquela região. - Palavra da Salvação.
O local geográfico do episódio não é citado. Alguns estudiosos das sagradas escrituras o situam em Cafarnaum, em vista de estar, em Mateus, logo a seguir à ressurreição da filha de Jairo, e se dividem quanto à “casa” a que se refere o narrador, que diz apenas “entrando em casa”. Todavia, supõe-se, que seja na casa de Pedro, ou então na de Mateus. Ou ainda que Jesus alugara um apartamento para si, independente, para ter a liberdade de movimento indispensável a um ministério como o seu. E essa dedução é feita porque em Mat. 8:14 é dito “foi à casa de Pedro”, e em Mat. 13:1 “saiu de casa” ou “voltou a casa” (Mat. 13:36 e 17:25). Logo é a “sua casa”. Não cremos haja Jesus abandonado a casa de Pedro, nem para trocá-la por uma mais rica (a de Mateus), nem para uma casa própria, onde teria o problema de quem lhe cuidasse das coisas, o que não faltava, com todo o amor, na casa de Pedro, com as esposas dele e de André, suas filhas e a própria sogra de Pedro, que fora curada por Jesus.
Pela cronologia geralmente aceita, a cura foi efetuada na Transjordânia, em sua estada depois da Festa da Dedicação.
Jesus passou os seus três anos de vida pública pregando o Reino do Pai e operando milagres em benefício daquele povo que sofria muito, por pertencer a uma classe desprivilegiada, muito pobre e excluída, por isso, do convívio e costumes dos escribas e fariseus, descendentes do povo que Moisés (enviado por Deus), tirou da escravidão que viviam no Egito por 400 anos, para levá-los à terra prometida e que acabaram, depois de tantas alianças propostas por Deus, vivendo como pagãos. Por isso Jesus veio, como extremo recurso, para salvar aquele povo de “cabeça dura” e, nas suas andanças, Jesus não foi aceito no meio daquela gente que até hoje espera pelo Messias, pelo Salvador que já veio. Eles achavam que o salvador deveria ser um grande, forte e poderoso homem, que chegaria montado num belo cavalo e que seria para eles o salvador que Javé havia prometido aos seus antepassados, os quais viviam dentro de esquemas cheios de leis, mais de 5000. Leis impostas aos pobres que não faziam parte do convívio com os ricos, senhores e doutores das leis, que os exploravam, massacravam, desprezavam e nem eram dignos de terem algum contato com eles.
Um dia, Jesus passava pelas ruas e em determinado local passa por dois cegos, à beira do caminho, que gritam chamando-lhe a atenção. Os cegos acompanham Jesus “que vai saindo de lá”, e vão “gritando”, como são sempre apresentados os cegos nos Evangelhos. O título “Filho de David” designava o Messias (cfs. Salmo 17:23, etc) e já fora empregado pela Cananéia. Não é plausível que eles soubessem que se tratava do Messias. Mais viável que, desejando um favor, atribuíssem interessadamente, um título que honrava a pessoa: bem David. É mais da psicologia humana, não só daquele tempo, como de hoje: elogiar aquele de quem esperamos um favor.
Jesus primeiro pergunta se eles acreditam que Ele tenha a força de fazer isso. A resposta é singela: “Sim, Senhor”, “meu senhor”. Em resposta, Jesus lhes diz: “faça-se a vós segundo a vossa crença”, e lhes toca os olhos, recuperando eles imediatamente a visão. Depois adverte-os, que ninguém saiba. Mas bastava olharem para eles, para verificar que haviam recuperado a visão, e eles tornam Jesus conhecido em toda a região.
Jesus chega até eles e lhes pergunta:- “Que quereis que vos faça?” - “Que enxerguemos, Senhor! Tende piedade de nós!” Jesus coloca os dedos em seus olhos e diz: “Então, que vejam!” E ficaram ambos curados. Saíram gritando e glorificando a Deus pela graça recebida, por toda aquela região. Daí, Jesus, com as Suas pregações e o Seu amor, começa a mudar a vida de muita gente que passa a segui-lo como discípulos; passando da apatia que os dominava, para a certeza em suas esperanças revividas por aquele homem que lhes falava ao coração e lhes trazia a alegria do Senhor. Abriu-lhes os olhos para a realidade das promessas feitas por Deus aos seus antepassados; que começava a ser cumprida ali, em cada encontro. Abriu os olhos a todos que a Ele se achegaram: os olhos do coração, os olhos da decência, os olhos da bondade, os olhos da partilha, os olhos do perdão, da mesma forma que fez aos olhos dos cegos. O povo que O ouvia foi crescendo, crescendo, que mesmo Ele sendo crucificado todos assumiram o seu lugar na Sua vida. E, passado todo aquele tempo da missão de Jesus, todos enxergaram limpidamente, com exceção dos que foram responsáveis por sua morte e, que até hoje esperam o Messias, que já veio, chama-se Jesus e vive no meio de nós, pelo seu Espírito Santo que Ele nos deixou como advogado e defensor. Por isso, todos os dias e a cada Natal, nós, cristãos, fazemos memória e trazemos Jesus à terra, para lhe demonstrarmos que O amamos, na comemoração do Seu nascimento, apesar de sermos fracos, pequenos, mas lutadores e perseverantes para chegarmos até o fim, para recebermos, através da Sua extrema Misericórdia, o lugar no céu, que Ele prometeu a todos que vivessem os Seus ensinamentos.
Padre Bantu

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

POR QUE REZAR O TERÇO?


Terço, ou o rosário, é uma oração de contemplação, louvor e súplica ao mesmo tempo. O papa Paulo VI ensinou que ele "tem índole comunitária, se nutre da Sagrada Escritura e gravita em torno do mistério de Cristo".

Quanto mais se invoca Maria repetindo as Ave-Marias, tanto mais se evoca o Cristo, o "bendito fruto do seu ventre".
Na medida em que o vamos rezando e contemplando, ele nos abre um "painel catequético e bíblico" da História da Salvação.

Tudo o que Jesus fez para nos dar o Reino do Pai. No caminho da oração vamos percorrendo o itinerário do discipulado junto com Maria, a discípula primeira e maior.

Os 'Pai-nossos', as 'Ave Marias' e os 'Glórias ao Pai' entrelaçam episódios importantes vividos por Jesus e Maria. Cenas de alegrias, dores, glória e vivência do Reino.Elas nos oferecem uma visão global das etapas do Mistério Pascal desde a Encarnação até a Ressurreição, Ascensão e envio do Espírito Santo. Nas contas do terço vai desfilando também a missão que Jesus confiou a nós na Igreja.Somos obrigados a rezar o Terço? Não. É uma devoção. Mas entre os que o rezam não haverá ninguém que ignore sua validade. Milhões e milhões de pessoas pelo mundo inteiro o rezam em todas as línguas e idades.Feita com devoção e piedade esta prece tão excelente tem alcançado muitas graças divinas. Por ela a Igreja superou grandes crises em sua História ao longo dos séculos: heresias, guerras, tragédias e perseguições.

Esta prece promove a vida cristã e a pastoral, iluminando a opção a ser feita em momentos de grave aflição. Depois do Pai-nosso é a oração mais conhecida e mais popular dentro da Igreja. Nenhum cristão deveria deixar de fazê-la. Rosário vem de rosa. Cada Ave Maria é uma rosa do buque a ser oferecido a Jesus e Maria.


Por Pe. Antonio Clayton Santanna, C.SS.R.
Fonte Consultada: http://www.catequisar.com.br

ADVENTO ÉPOCA DE FÉ


Acreditar em Fatos

Toda a época de Advento é uma época de fé. Maria, José, e os outros tinham colocado sua fé nos fatos que Deus lhes tinha dito, não em seus sentimentos emocionais. Se ela tivesse confiado apenas em suas emoções Maria poderia terminar por dizer: "Isso não pode estar certo. Deus jamais me pediria para fazer algo tão difícil." E José poderia ter dito: "Tenho o direito de casar com uma virgem. Deus não poderia estar me dizendo para tomar Maria como minha esposa. Como poderei basear meu futuro em um sonho?"

A mente de Maria a perturbava. Ela estava confusa. Mesmo assim, quando chegou o momento de tomar uma decisão Maria disse "sim". Ela colocou sua confiança nas palavras de Gabriel, mes­mo que não soubesse todos os detalhes. A mente de José também o perturbava. Imagine-o agitado e virando-se de um lado para outro durante toda a noite a medida em que lutava com seus sonhos. Entretanto, no final, ele colocou toda a sua confiança em Deus.

A mente é algo traiçoeiro. Ela pode racionalizar qualquer coisa. Pode vagar sobre todos os lugares e encontrar maneiras de justificar qualquer que sejam as emoções que estejam nos controlando no momento. Por isso é que temos que confiar nas verdades de nossa fé, não em nossos sentimentos, os quais vão e vem.
A Carta aos Hebreus nos diz que "Fé é a certeza daquilo que ainda se espera, a demonstração de realidades que não se veem." (Hebreus 11,1). Pelo poder e pela graça de Deus podemos sentir a presença de Deus. Mas essa graça não nos força a acreditar no que nos foi revelado. Por isso nossa vontade nossa decisão em colocar nossa fé nos fatos é tão critica para nossa fundação. Nossa vontade vê o bem que Deus está nos revelando pela graça e incita nosso intelecto a aceitar que Deus é bom e verdadeiro.

São Tomás de Aquino confirma isso quando diz que a fé nos mostra o que acontece se escolhemos Deus: "Nossa fé nos permite ver a infinita bondade de Deus, purifica nosso coração e nos diz que a separação de Deus é o maior mal que podemos sofrer."

Época de Fé

A época do Advento é um momento durante o qual podemos pedir a Deus para aumentar nossa fé. E um momento de colocar de lado nossas dúvidas e proclamar a nós mesmos que Jesus veio ao mundo para nos resgatar do pecado. É um momento para nos lembrarmos que ele ressuscitou da morte e virá outra vez para nos levar com ele para sempre. É um momento para confiar que Deus nos ama muito. E um momento de dizer: "Senhor, eu acredito em vós e me deslumbro com vosso amor. Ajudai minha descrença."
Portanto, vamos todos prometer ao Senhor que dedicaremos um tempo especial para orar sobre as passagens do Natal no Evangelho de Lucas. Examinemos através das chaves que estão ali para tentar encontrar algumas chaves para aumentar ainda mais nossa fé. Não olhemos despreocupadamente essa história épica, mas mergulhemos nela e vejamos o que descobrimos. Peçamos também a Deus pela graça de conduzir todas as pessoas e todas as famílias mais perto de seu coração ao celebrarmos o nascimento de nossa Salvador neste Natal.


Fonte:encontrocomcristo.com.br

II DOMINGO DO ADVENTO


A conversão, nota predominante da predica de João Batista.


Durante a segunda semana, a liturgia nos convida a refletir com a exortação do profeta João Batista: “Preparem o caminho, Jesus chega”. Qual poderia ser a melhor maneira de preparar esse caminho que busca a reconciliação com Deus?


Na semana anterior nos reconciliamos com as pessoas que nos rodeiam; como seguinte passo, a Igreja nos convida a acudir ao Sacramento da Reconciliação (Confissão) que nos devolve a amizade com Deus que havíamos perdido pelo pecado.
Acenderemos a segunda vela roxa da Coroa do Advento, como sinal do processo de conversão que estamos vivendo.

Durante esta semana poderíamos buscar nas diferentes igrejas mais próximas, os horários de confissões disponíveis, para quando chegar o Natal, estejamos bem preparados interiormente, unindo-nos a Jesus e aos irmãos na Eucaristia.

JOÃO BATISTA, PROFETA-PERCURSOR.

João Batista é, em cada ano, uma grande figura deste tempo do Advento. Falamos bastante dele, mas será que o conhecemos bem? Na preparação da liturgia, pode-se comunicar melhor como João Batista tem um verdadeiro lugar de charneira entre o Antigo e o Novo Testamento. Pode ser uma maneira de sublinhar nas celebrações destes domingos a iminência da vinda de Cristo, a iminência do Reino. As admonições e algumas intenções da oração dos fiéis podem ser redigidas nesse sentido. Ou ainda, porque não viver de perto esta celebração com João Baptista? Ele pode ser mencionado no início do rito penitencial, no início do credo, no início do “Cordeiro de Deus” (foi João Batista que assim designou Jesus).Nós Te damos graças por João Batista, o precursor, pelos apelos à conversão e pelo batismo no Espírito, que nos incorporou no teu Filho.Abrimos as mãos para Ti e pedimos-Te ainda por nós mesmos: pelo teu Espírito, produz nos nossos corações os frutos que esperas.


com minha benção
Pe.Emílio Carlos+

LITURGIA DIÁRIA - CASA SOBRE A ROCHA


Primeira Leitura: Isaías 26, 1-6

Leitura do livro do profeta Isaías - 1Naquele tempo será cantado este cântico na terra de Judá: Nós vimos uma cidade forte, em que se pôs por proteção muro e antemuro. 2Abri as portas, deixai entrar um povo justo, que respeita a fidelidade, 3que tem caráter firme e conserva a paz, porque tem confiança em vós. 4Tende sempre confiança no Senhor, porque o Senhor é o rochedo perene. 5Ele derrubou os que habitavam nas alturas e destruiu a cidade soberba; derrubou-a por terra e ao nível do chão a reduziu. 6Ela é calcada aos pés pela plebe, sob os passos dos indigentes. - Palavra do Senhor.


Evangelho: Mateus 7, 21.24-27

- Naquele tempo, 21Nem todo aquele que me diz: Senhor, Senhor, entrará no Reino dos céus, mas sim aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus. 24Aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as põe em prática é semelhante a um homem prudente, que edificou sua casa sobre a rocha. 25Caiu a chuva, vieram as enchentes, sopraram os ventos e investiram contra aquela casa; ela, porém, não caiu, porque estava edificada na rocha. 26Mas aquele que ouve as minhas palavras e não as põe em prática é semelhante a um homem insensato, que construiu sua casa na areia. 27Caiu a chuva, vieram as enchentes, sopraram os ventos e investiram contra aquela casa; ela caiu e grande foi a sua ruína. - Palavra da salvação.


Jesus inicia este evangelho dizendo: “Nem todo aquele que diz Senhor, Senhor, entrará no Reino dos Céus”.
Com essas palavras Ele quer nos alertar que devemos ser fiéis até o fim; que procuremos perseverar sempre nas Suas palavras e ensinamentos, todos os dias da nossa vida. Não basta dizer Senhor, Senhor. É necessário que consigamos cumprir a Sua vontade, através do nosso contato diário com tudo o que é de Deus, de maneira sincera e, segundo os seus ensinamentos. Quando Ele nos coloca as suas palavras é para nos despertar que é muito importante que fortifiquemos a nossa fé, através dos nossos atos de caridade com os irmãos e de piedade para com Ele. Somente aqueles que constroem a sua vida dia após dia; hora após hora, minuto a minuto e segundo a segundo, calcadas na sua Fé em Deus, certamente, se permanecerem até o fim, conseguirão o seu lugar reservado na casa do Pai.
A casa sobre a rocha que Jesus usa como exemplo neste Evangelho é a nossa vida que sendo construída com os alicerces da Fé em suas palavras, nunca se sentirá abalada pelos problemas, decepções, maldades, doenças e até pela morte; nada abalará as nossas estruturas, que estará repleta do amor de Deus; pois temos uma base sólida. Nossa vida pode ser comparada à construção de uma casa. De certa forma, nossa história está ligada a uma casa.
Assim que nascemos, vamos morar numa casa com nossos pais. Durante a vida observamos a luta deles para adquirir ou construir a casa própria. Alguns mudam de cidade e de casa. Uns vão para casas melhores, outros para casas mais simples e pobres. Nossa vida, segundo Jesus, é como construir uma casa sobre a rocha ou sobre a areia. Quem constrói sobre a areia parece viver desleixadamente, sem trabalhar, sem planejamento, seguindo a lei do menor esforço.
Gente assim não dá ouvidos ao que Deus exige do ser humano, chega mesmo a zombar dos valores e princípios divinos. Mas, quando vêem os dias maus, a tempestade, o sofrimento, a casa se desmorona. A vida se torna um caos. Reina o desespero, a revolta a anarquia. Quem constrói sobre a rocha, vive de maneira responsável e coerente, sabe que as boas coisas não se conseguem sem trabalho duro, planeja a vida seguindo fielmente e com alegria os princípios de Deus. Quando vêm os sofrimentos, a adversidade, os dias maus, não entra em pânico, desespero ou revolta. A casa permanece em pé. A rocha onde sua vida está firmada é Cristo. Quem constrói sua vida sobre a areia pode ter certeza de que um dia a casa cai.
Ensina-me, Pai, a construir a casa da minha vida no Senhor Jesus Cristo. Eu sei que tempestades virão e que apenas Jesus pode me ajudar a permanecer em pé. Por isso em nome e n’Ele, daí-me força para ser mais do que vencedor. Amém.


Padre Bantu