quinta-feira, 12 de novembro de 2009

RENOVAÇÃO E RESGATE



PROGRAMA RENOVAÇÃO E RESGATE

SUA MAIS NOVA MANEIRA DE SE ABASTECER DAS COISAS DO ALTO.

LOUVOR - ORAÇÃO E PALAVRA DE DEUS !

TODO SÁBADO PONTUALMENTE AS 11:00hs, LOGO APÓS O PROGRAMA SAMBA E CANÇÃO DO NOSSO IRMÃOZINHO GEOVAN SENA.

D U M B O FM - 96,5

NÃO PERCAM !

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

D I S C E R N I M E N T O

Quem em algum momento da vida, não se questionou sobre o que fazer, como fazer e quando fazer? As tomadas de decisões, a busca por novos e corretos caminhos tem se tornado uma Constante no cotidiano do homem. Alguns chamam o processo de tomar a decisão certa de raciocínio, outros dizem: vou pensar! Os mais piedosos dizem: vou rezar! Existem diversas maneiras para expressar uma das atividades mais importantes do homem: o discernimento.
O que é discernir? Nossa língua portuguesa nos apresenta diversos caminhos: discriminar; diferençar; distinguir; estremar; separar; julgar; apreciar; decidir; medir. Para qualquer pessoa essa atitude de descobrir o melhor caminho para se sair vitorioso e bem sucedido, é um segredo que poucos se empenham em desvendar, a fim de alcançar a maior de todas as vitórias, ou seja a vida eterna.
No mundo dos negócios se ensina a prudência meramente humana que em si é boa. Trata-se de avaliar os pontos negativos e positivos em vista de um melhor negócio, de uma maior rentabilidade. Aqui se trata da perspectiva do lucro e do prejuízo. Já no caminho da santidade podemos chamar o lucro de amor e o prejuízo de maldade. O discernimento é uma postura ativa, de confrontar-se com cada situação e nela livremente optar pelo bem comum das pessoas.
Não é simplesmente rezar por uma situação esperando um sinal de Deus. Também não se trata somente de fazer cálculos para distinguir os pontos positivos dos negativos em vista de uma solução. É necessário rezar e pensar, tomando uma atitude baseada no comportamento de Jesus. O que Ele faria no meu lugar agora, nesta situação? O melhor é fazer isso em oração.
Como encontrar o caminho a seguir, qual seria a decisão correta? Daqui vem a aventura do Cristão de encontrar a Vontade de Deus. Aqui entra o famoso ditado: Cada caso é um caso! e no procurar a voz de Deus, ou seja, a sua vontade em cada acontecimento, existe apenas uma atitude: humildade. O humilde sabe que é pequeno e por isso procura ajuda. Sabe que Deus pode falar diretamente ao seu coração, porém sabe que Ele também pode estar falando através de pessoas, dos fatos, da liturgia da missa, do estudo bíblico, das correções, inclusive nas derrotas.

O discernimento é acima de tudo um dom, que Deus dá gratuitamente àqueles que pedem sem duvidar: "Se alguém dentre vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a concede generosamente a todos, sem recriminações, e ela ser-lhe-á dada."( cf. Tg 1, 5).Mas, também, se faz necessário uma vida submetida na vontade do Espírito, uma vida em que nas batalhas espirituais entre a carne e o espírito, é preciso que exista uma superioridade em números de vitórias por parte do Espírito, assim haverá vitórias também sobre a própria vontade humana que viverá na vontade de Deus e entendendo as coisas espirituais.(ICor. 2,9 -16).
È preciso está submetida a essa vontade para assim poder compreender de onde provém o verdadeiro significado do dicernimento. Se, de Deus ou não. Na primeira carta de João, Capítulo 4, versículo 1, nos é exortado sobre a realização de um exame para, antes saber de onde provém as revelações. Somos convidados, a fazer confirmações sobre o que nos foi revelado, pois temos a capacidade para discernir sobre o bem e o mal. Hb5,14, e as confirmações podem se dar no momento ou depois através de sinais. Assim, precisamos "está atento, a todo movimento do céu em direção a mim" como diz a música do Flavinho.




Fonte: adaptado da postagem de Leandro Cesar, comunidade cançãonova


Foto:acertodecontas.blog.br/.../

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

DISCERNIMENTO ?



O QUE É?

COMO E QUANDO FAZER?

QUEM PODE FAZER?

ESTÁ REALMENTE NA BÍBLIA?

QUANDO SABER SE PROCEDE DA VONTADE DE DEUS OU NÃO?





AGUARDEM !

DIVORCIADOS E RECASADOS


O Código de Direito Canônico promulgado em 1917 era muito severo em relação aos fiéis católicos divorciados e recasados, por viverem em situação religiosamente irregular. A partir do Concílio do Vaticano II, a Igreja, sem retocar a lei divina que proclama a indissolubilidade de um matrimônio validamente contraído e consumado, procura estimular tais fiéis a não se afastarem do convívio da comunidade católica; procurem, antes, tomar parte em atividades da paróquia compatíveis com o seu estado; rezem e tudo façam para educar os filhos na fé católica. É claro, porém, que não podem ter acesso à Comunhão Eucarística, pois esta supõe o estado de graça, que a situação conjugal desses fiéis exclui.
A situação dos fiéis católicos divorciados e recasados constitui um dos mais graves problemas da Igreja em nossos dias. Sempre houve dificuldade de desarmonia conjugal. Eis, porém, que atualmente se tornam mais prementes, pois se têm multiplicado os casos. A Igreja está atenta a tais situações e vem acompanhando os cônjuges infelizes com especial zelo pastoral.
OS RECENTES PRONUNCIAMENTOS DO MAGISTÉRIO
O Direito Canônico promulgado em 1917 e ainda vigente na época considerava tais cristãos como pecadores públicos (cânon 2356, § 1º), privados dos sacramentos da Penitência e da Eucaristia, enquanto vivessem conjugalmente. Em 11/4/1973, a Congregação para a Doutrina da Fé entendia-se no sentido de que os divorciados recasados se poderiam aproximar dos sacramentos desde que passassem a viver como irmão e irmão e evitassem qualquer escândalo.O que não foi bem interpretado por muitos que passaram a usar subterfúgios para não se fazer cumprir o que dizia a Igreja.
No Sínodo Mundial dos Bispos realizado em 1980, como fruto das reflexões ocorrentes nessa assembléia, o Santo Padre João Paulo II, aos 22 de novembro de 1981, assinou a Exortação Apostólica Familiaris Consortio, que traçava diretrizes a ser observadas no tocante ao sacramento do matrimônio, inclusive com referência aos divorciados recasados.
Em 1983 foi promulgado o novo Código de Direito Canônico, que confirmou a praxe vigente: não se admitam à Comunhão Eucarística os fiéis divorciados recasados (cânon 915; o mesmo vale para os católicos de rito oriental, conforme o Direito respectivo, cânon 712). O Código de 1983 atribui exclusivamente aos tribunais eclesiásticos a competência para examinar a validade do matrimônio dos católicos como também estipula novos impedimentos que tornam nulo o casamento sacramental. Tais impedimentos levam em conta a incapacidade psicológica, que afeta não poucos indivíduos, de assumir uma vida a dois em caráter vitalício; são aí considerados os diversos casos que ajudam a compreender a crise e a angústia de muitos casais.
Apesar das explícitas declarações de Familiaris Consortio, do Catecismo da Igreja Católica (nº 1650s) e documentos congêneres, havia na Igreja quem estimulasse os divorciados recasados a receber a Comunhão Eucarística, principalmente quando levassem vida fiel à sua nova união. Mas, a Congregação para a Doutrina da Fé houve por bem publicar uma Carta aos Bispos sobre a recepção da Comunhão Eucarística por parte dos fiéis divorciados e recasados, com a data de 14/9/94. Tal documento reafirmava as normas clássicas da Igreja para o caso. Segue abaixo.
1) Os fiéis divorciados recasados estão em situação que contrasta com o Evangelho.Basta lembrar a palavra de Jesus em Mc 10,11s. Em conseqüência, a Igreja afirma que ninguém, nem mesmo o Papa, tem o poder de declarar nulo um matrimônio validamente contraído e consumado. Aliás, a própria lei natural, impregnada no íntimo de cada ser humano, rejeita o divórcio, isto é, a dissolução do casamento com direito a novas núpcias. Do divórcio se distingue a separação conjugal, que pode ser legítima, quando a vida matrimonial se torna muito difícil ou insustentável.
2) Os fiéis divorciados e recasados continuam sendo membros da Igreja dentro da comunidade eclesial e devem experimental o amor de Cristo e o acompanhamento materno da Igreja.
3)Em virtude da sua situação irregular, os fiéis divorciados recasados não podem exercer certas funções na comunidade católica.
5) Desde que os divorciados recasados deixem seu estado irregular, separando`se ou vivendo em plena continência, podem ser readmitidos aos sacramentos.
6) Os divorciados recasados nunca perdem a esperança de obter a salvação eterna.
* Em outra oportunidade abordaremos mais sobre esse tema.
Fonte: Revista:`PERGUNTE E RESPONDEREMOS` D. Estevão Bettencourt, osb Nº 431 .1998 .pág. 162.

DÚVIDAS SOBRE GRUPO DE ORAÇÃO


Quantas músicas animadas vocês cantam para preparar a oração?
R - Não queremos aqui determinar quantidade de músicas animadas para se cantar. Devemos ter no coração que as músicas animadas não servem para passar o tempo. O intuito é de abrir as pessoas para o louvor. "Desligar" os féis de seus problemas e se abrir para Deus (que é a solução dos problemas). Não se deve escolher as músicas ao acaso. Orem sempre, e peçam ao Senhor a quantidade e quais serão as músicas, que abrirão os corações dos fiéis.
Quanto tempo do Grupo é dedicado à animação?
R - Como a pergunta 1, é difícil estipular um tempo determinado. Se ela é para levar as pessoas a se abrirem ao louvor, então o tempo da animação é o tempo que as pessoas precisam para se abrir à reunião de oração. Mas não usemos esta resposta como justificativa para fazermos show.
Quanto tempo, em média dura, o momento de perdão?
R - No grupo de oração, devemos levar as pessoas ao louvor. Por isso, se dedicarmos muito tempo ao momento de perdão, estaremos perdendo tempo de louvar! Outro perigo de momento longo de perdão é fazermos um grupo que ao invés levarmos os fiéis ao Amor de Deus, levarmos a reconhecermos que eles são tão miseráveis, que não são dignos de se apresentar diante do Senhor.
O momento de perdão não é hora de "lavarmos a roupa suja!" De acusarmos ou apontar o dedo na miséria do irmão. É um momento breve que, com dinamismo, as pessoas pedem a misericórdia de Deus.A não ser que o Senhor peça um momento mais aprofundado, um tempo longo dedicado ao perdão pode levar à melancolia e ao medo de Deus, pois este se torna, na visão daqueles que não o conhecem, um grande carrasco!
Quanto tempo é dedicado a oração de louvor?
R - Sabemos que o louvor salva, liberta, cura, entre outras tantas graças. Quando louvamos, nos despojamos inteiramente de nós mesmos, e colocamos nossa confiança e esperança no Senhor. Com tantas maravilhas, frutos do louvor, o G.O. deve dedicar maior parte do seu tempo (pelo menos a metade do tempo total do grupo) a este exercício da fé, que pode ser dividido em louvor comunitário (todos louvam a uma só voz), e espontâneo (louvor individual), usar dinâmicas de louvor, a Palavra e tantos outros recursos, inspirados pelo Espírito Santo, afim de que todos aprendam a louvar.
Quanto tempo dura a pregação?
R - A pregação no grupo de oração tem que ser direta, alicerçada na Palavra, ungida, e levar as pessoas a uma atitude de fé, dentro daquilo que está se pregando. Não ficar floreando, "enchendo lingüiça", fazendo o tempo passar. Se a pregação é direta, então o tempo de 10 a 15 minutos é o suficiente. Basta vermos a pregação de Pedro, no dia de Pentecostes, ao sair do Cenáculo. Se lermos bem devagar, não dura mais de cinco minutos. Foi suficiente para converter 3000 pessoas. Esta pregação foi simples, direta e ungida. Por isso o resultado foi tão significante (At 2,14-36)
A pregação é querigmática?
R - A pregação supra é característica da pregação querigmática. Esta pregação visa o encontro pessoal com Jesus ressuscitado e todas as conseqüências deste encontro, como a experiência do "Amor do Pai", da fuga do "Pecado", da "Salvação de Jesus", de uma atitude de "Fé e Conversão", do "Batismo no Espírito", do "Amor aos Irmãos" e finalmente, sua "Inserção na Comunidade".
Esta pregação não tem como meta principal o aumento do conhecimento teológico ou doutrinário. Estes estudos poderão ser feitos em outros momentos, como cursos de aprofundamento, Seminários, Formação para ministérios específicos, etc
.
Quantas pessoas participam do núcleo?
R - O núcleo é um espaço próprio para o discernimento e planejamento da caminhada do G.O. Entendemos que é muito difícil fazer um discernimento dinâmico e ágil com mais de 10 pessoas. Discernir é buscar a vontade de Deus para a o G.O., seja numa situação específica, por exemplo, um problema com um servo, ou mesmo sobre a visão da caminhada (temas para pregações, distribuição de funções e cargos, calendário e cronograma de eventos, formação de servos etc.).
O Grupo deve promover reuniões de oração nas casas dos seus participantes? (oração do terço, novenas, pregações da palavra, etc.).
R - O G.O. não pode ser entendido como o momento da reunião de oração; ele é muito maior e complexo, envolve todo a realidade fraterna desencadeada pela experiência original na reunião. O G.O. deve se estender além dos limites de tempo e espaço impostos pela reunião de oração, e deve alcançar até onde possa ir qualquer de seus membros, em suas casas (família, vizinhos), no trabalho, nas repartições públicas, nos colégios, nas praças etc.
Visitantes pela primeira vez, é aconselhável chamá-los a vir à frente ao final do grupo?
R - Nesse caso, estamos lhe dando com algumas variáveis. Para algumas pessoas, ter que ir à frente é se submeter a um constragimento, uma vez que isso aconteça, certamente haverá dificuldades em voltar. para outras, não faz muito diferença, uma vez que n esteja só. Que exista outros que também vieram pela primeira vez. E, há ainda outros que, não a menor diferença. O que pode ser feito, é que sempre no momento de convidar, se tiver que realmente fazer, ter sabedoria para saber se existe mais de um visitante pela primeira vez.
Dicernimento: o que é? como fazer? É bíblico?
Quanto a essa questão, em breve estaremos postando uma página exclusiva a ela.
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Fonte: adapatado do Escrito por Francisco Júnior e Ziad Espher

foto:www.caiofabio.com/2009/conteudo.asp?codigo=03316