sexta-feira, 6 de novembro de 2009

PRÓXIMAS POSTAGENS



QUAIS SUAS DÚVIDAS SOBRE GRUPO DE ORAÇÃO? O QUE DEVO E O QUE NÃO DEVO FAZER?

Quantas músicas animadas devem ser cantadas para preparar a oração?

Quanto tempo do Grupo deve ser dedicado à animação?

Quanto tempo, em média, deve durar o momento de perdão?

Quanto tempo deve ser dedicado a oração de louvor?

Quanto tempo deve ser a pregação?

A pregação deve ser querigmática?

O Grupo deve promover reuniões de oração nas casas dos seus participantes? (oração do terço, novenas, pregações da palavra, etc.).

Quantas pessoas devem participar do núcleo?

Visitantes pela primeira vez, é aconselhável chamá-los a vir à frente ao final do grupo?

Dicernimento: o que é? como fazer? É bíblico?

DIVORCIADOS E RECASADOS

O Código de Direito Canônico promulgado em 1917 era muito severo em relação aos fiéis católicos divorciados e recasados, por viverem em situação religiosamente irregular. A partir do Concílio do Vaticano II, o que mudou?

Quais os recentes Pronunciamentos do Magistério?

Quais os sete pontos essenciais da Doutrina Católica sobre o assunto?

O que diz João Paulo II em Familiaris Consortio nº 84?

EM BREVE !

Fonte: Revista pergunte e responderemos. D. Estevam

ABOMINAÇÃO DA DESOLAÇÃO.


A importância desta expressão Bíblica deve-se principalmente ao fato de que em Mt. 24,15 e Mc. 13,14 o aparecimento da "abominação da desolação" estando no "Lugar Sagrado" (Mt.) ou "onde não deveria estar" (Mc.), é dada por Nosso Senhor aos discípulos como um sinal para que eles fujam da Judéia, no tempo que se aproxima a ruína de Jerusalém (Lc. 21,20).
A própria expressão é confessadamente obscura. Para determinar seu significado, intérpretes têm naturalmente recorrido ao original hebraico do livro de Daniel, pois nosso primeiro evangelista distintivamente diz que a "abominação da desolação" a que ele se refere "foi prevista por Daniel o profeta"; e, ainda mais, a expressão que ele usa, em comum com Mc., é simplesmente a frase grega que os tradutores da Septuaginta(tradução dos 70) exprimem literalmente as palavras hebraicas "shíqqûç shômem" encontradas em Dn. 12,11 e 9, 27; 11, 31. Infelizmente, a despeito de todos os esforços para explicar estes termos hebraicos, os estudiosos da Bíblia ainda divergem sobre seu significado preciso. Enquanto a maioria dos comentaristas considera o primeiro "shíqqûç" traduzindo-o usualmente por "abominação", designando qualquer coisa (estátua, altar, etc.) que concerne à adoração idólatra, outros consideram ser a designação desdenhosa de um deus pagão ou ídolo.
Novamente, enquanto a maioria dos comentaristas considera o segundo "shômem" a palavra abstrata "desolação", outras tratam-na como uma forma concreta, referida como pessoa, "um destruidor", ou mesmo um partícipe conhecido, significando "que faz desolado". A mais recente interpretação que foi sugerida por estas palavras hebraicas é a seguinte: a frase "shíqqûç shômem" é sustentada pela expressão original "bá al shámáyîm" (Baal = do céu), um título descoberto em inscrições fenícias e aramaicas, é o equivalente semítico do grego Zeus, Júpiter, mas modificado em Dn. através da versão judaica para o nome de uma divindade pagã. Enquanto desta forma discordando quanto ao preciso senso da frase hebraica normalmente traduzida como "a abominação da desolação", estudiosos cristãos são praticamente unânimes com relação ao seu significado geral. Eles comumente admitem, e na verdade corretamente, que a expressão hebraíca deve ser entendida como algum emblema idolátrico que daria início e causaria a ruína final do Templo de Jerusalém (1Mac 1,57; 4,38). E com este significado geral em vista, eles prosseguiram para determinar o evento histórico entre as predições de Nosso Senhor e a ruína do Templo (70 dC), que devia ser relacionada com "a abominação da desolação" tratada por Mt. 24,15, e Mc. 13,14. Mas aqui, outra vez, eles se dividem. Muitos estudiosos achavam, e continuam achando, que a introdução do estandarte romano na Terra Santa, e mais particularmente na Cidade Santa, um pouco antes da destruição do Templo, foi o evento prenunciado por Nosso Senhor para seus discípulos como um sinal para eles abandonassem a Judéia. É verdade que os estandartes eram adorados pelos soldados romanos e abominados pelos judeus como um emblema da idolatria romana. Ainda assim eles dificilmente poderiam ser considerados como a "abominação da desolação" referida em Mt. 24,15, pois o evangelista diz que a "abominação" é para ficar no "lugar santo", o que naturalmente significa o Templo (v. tb. Dn. 9,27, onde a Vulgata diz: "haverá no Templo a abominação da desolação"); e os estandartes romanos foram na verdade introduzidos no Templo apenas depois que este tinha sido tomado por Tito, muito tarde, portanto, para servir como um aviso para os cristãos da Judéia. Outros estudiosos acham que a profanação do Templo pelos Zelotas, que se apoderamram dele e o fizeram sua fortaleza um pouco antes de Jerusalém ter sido tomada por Tito, é o prenúncio de Nosso Senhor. Mas este ponto de vista é comumente rejeitado pela simples razão de que a "abominação da desolação" falada por Daniel e referida no Evangelho de S. Mateus era certamente alguma coisa conexa com a adoração idólatra. Outros, finalmente, interpretam o aviso de Nosso Senhor aos seus discípulos à luz da história de uma tentativa do imperador romano ter a sua própria estátua erigida e adorada no Templo de Jerusalém. Eis os principais fatos da história:
"Em cerca de 40 dC, o imperador Caio Calígula edita um decreto peremptório ordenando que fosse erigida e adorada sua estátua no Templo de Deus. Ele também designa o governo da Síria, ordenando-o a cumprir o decreto mesmo a custo de guerra contra os judeus rebeldes. Em consequência, os judeus, em dezenas de milhares, protestam contra o governador, dizendo que eles preferem ser massacrados do que ser condenados a testemunhar aquela idolatria profana ao seu Templo. Logo após, Petrônio pede a Calígula para revogar sua ordem, e Agripa I, que também vivia em Roma, persuade o Imperador a não impor o seu decreto. Parece, entretanto, que cedo Calígula se arrepende da concessão e, não fosse sua prematura morte (41 dC), ele faria erigir sua estátua em Jerusalém" (E. Schrer, History of the Jewish People in the Time of Christ, I Div. II, 95-105; tr.).
Em vista destes fatos é afirmado por muitos estudiosos que os primeiros cristãos podiam facilmente conferir ao iminente erigimento da estátua do imperador no Templo como um ato de abominavél idolatria que, de acordo com o profeta Daniel (9, 27), pressagiava a ruína da Casa de Deus e, consequentemente, viam-no como o verdadeiro sinal dado por Cristo para que abandonassem a Judéia. Esta última interpretação da frase "a abominação da desolação " tem também suas inconveniências, mas, ainda assim, ela é preferível às outras que tem sido defendidas amplamente por comentadores.

Autor: Francis E. GigotFonte: "Enciclopédia Católica"
Tradução: Renata Itimura

CONTATO COM O ALÉM


Quem algum dia já não se perguntou ou teve a curiosidade de saber como seria a vida após a morte? Os que morrem, para onde vão?. Existe lugares diferentes para uns e outros? Dar pra se comunicar com eles? Muitos acreditam que sim e que esse contato se dê através de sinais, visões ou sonhos. A verdade é que esse tipo de tentativa já existe há milhares de anos pelos seres humanos na busca por um único questionamento: Pra onde vamos?
Egípcios, Babilônios e Assírios já incorporavam essa prática. A ciência não tem ainda como comprovar e nem sabemos se um dia poderá. Para os estudiosos da paranormalidade, muitos dos fenômenos relacionados a uma possível capacidade de ver e ouvir espíritos, estariam diretamente ligados ao psiquismo humano. Se a ciência ainda não é precisa, o que diz o Catolicismo?
Oficialmente a Igreja Católica nunca admitiu o contato com os mortos a partir de sua invocação.
O novo Catecismo da Igreja Católica também é vagamente aduzido, sem indicação de parágrafos alusivos a mediunidade. Aliás, estes não se acham no Catecismo; quem o percorre, só encontra aí a clássica doutrina da Comunhão dos Santos, sem referência a "diálogo com os falecidos". Vejam-se os parágrafos seguintes:
§ 958 “A comunhão com os falecidos. Reconhecendo cabalmente esta comunhão de todo o corpo místico de Jesus Cristo, a Igreja terrestre, desde os tempos primeiros da religião cristã, venerou com grande piedade a memória dos defuntos (...) e já que é um pensamento santo e salutar rezar pelos defuntos para que sejam perdoados de seus pecados” (2Mc 12, 46), também ofereceu sufrágios em favor deles. A nossa oração por eles pode não somente ajudá-los, mas também tornar eficaz a sua intercessão(o que não substitui ou tem haver com a intecessão de Jesus, que é único mediador entre Deus e os Homens), por nós.
§ 959 Na única família de Deus. Todos os que somos filhos de Deus e constituímos uma única família em Cristo, enquanto nos comunicamos uns com os outros em mútua caridade e num mesmo louvor a Santíssima Trindade, realizamos a vocação própria da Igreja.
§ 2683 As testemunhas que nos precederem no Reino, especialmente as que a Igreja reconhece como santos, participam da tradição viva da oração, pelo exemplo modelar de sua vida, pela transmissão de seus escritos e pela sua oração hoje. Contemplam a Deus, louvam-no e não deixam de velar por aqueles que deixaram na terra. Entrando na alegria do Mestre, eles foram postos a frente de muito. A sua intercessão é o mais alto serviço que prestam ao plano de Deus. Podemos e devemos pedir-lhes que intercedam por nós e pelo mundo inteiro junto a Jesus.
A Igreja aceita a invocação dos santos (orações humildes dirigidas aos justos do céu para que intercedam por nós), mas não aceita a evocação dos mortos (pratica ritual que julga obter respostas e mensagens dos mortos).
0 estudo da paranormalidade é algo de científico; consiste em observar o comportamento psíquico paranormal (= ao lado do normal). Precisamente a consciência de que existe um comportamento paranormal dissipa a concepção de que os fenômenos estranhos produzidos no espiritismo se devem ao além, pois se verifica que são suficientemente explicados pelo psiquismo do indivíduo paranormal.A Igreja aceita tranqüilamente o estudo da paranormalidade que ela distingue da comunicação com os mortos. O sensitivo é o indivíduo dotado de paranormalidade mais ampla; não é necessariamente um médium espírita; só será médium se julgar que os seus fenômenos psíquicos paranormais são produzidos por espíritos do além.Estas observações permitem concluir que a notícia em foco é falsa.
Para o católico, é importante o testemunho da Sagrada Escritura. 0 mesmo Deus que, segundo seus inscrutáveis desígnios, permite as vezes a aparição de santos ou defuntos, proibiu terminantemente a evocação dos mortos:“Se alguém se dirigir aos que evocam os espíritos e aos advinhos, para se entregar as suas práticas, voltarei minha face contra esse ho¬mem e o afastarei do meu povo”. (Lv 20, 6).
“Todo homem ou toda mulher que evocar os espíritos ou se der a adivinhação, será punido de morte; lapidá-lo-ão; seu sangue recairá so¬bre ele”. (Lv 20, 27). Verainda Lv 19, 31,' Dt 18,11.
E QTO AO FATO DE DIZER QUE APÓS A MORTE, JÁ NÃO EXISTE CONCIÊNCIA?
a Bíblia não ensina essa idéia. Os que sustentam a crença da "dormição da alma" dizem que quando uma pessoa morre entra, então, em um estado de inconsciência que durará até a segunda vinda de Cristo. Alguns, inclusive, usam esse argumento para negar que os santos no céu podem interceder por nós, vez que supostamente estariam dormindo.
Isaías 14, 9-10 nos diz que os mortos estão ativos e falando; portanto, conscientes: "Sob a terra, o reino dos mortos se agita por ti, para dar-lhe as boas vindas; desperta as sombras de todos os grandes da terra e levantam-se dos seus tronos os reis dos povos. Todos se dirigem a ti e dizem: 'Tu também foste atirado ao solo e agora és idêntico a nós".
Em 1Pedro 3,19, Jesus prega às almas na prisão. Por que pregar-lhes se estavam... dormindo? Na história de Lázaro e o rico epulão (Lucas 16,19-31), Jesus nos mostra que os mortos estão conscientes.
Se os mortos estão inconscientes, pode-se perguntar como é que Jesus falou com [um] deles durante sua transfiguração (Mateus 17,3) e como eles podem oferecer nossas súplicas a Deus (v. Apocalipse 5,8), ou como eles podem se dirigir em alta voz para Deus (Apocalipse 7,10), ou como essas almas dormentes e inconscientes podem clamar "com uma voz bem forte: 'Santo e Justo Senhor: até quando esperarás para fazer justiça e vingar nosso sangue aos habitantes da terra?'" (Apocalipse 6,10). Quão forte é essa exclamação para quem se encontra inconsciente!

Fontes: Adaptado da revista das religiões. ed. abril de 2005.

http://www.cleofas.com.br/

http://www.veritatis.com.br/

Foto: outdoors.webshots.com/photo/11730841910583086...

terça-feira, 3 de novembro de 2009

ABOMINAÇÃO DA DESOLAÇÃO.



"Quando vocês virem a abominação da desolação, da qual falou o Profeta Daniel, estabelecida no lugar onde não deveria estar..."Mt 24,15 e Mc13,14.
COMO ENTENDER ESSE APARECIMENTO DA "ABOMINAÇÃO DA DESOLÃÇÃO"
DADA POR JESUS E ANTES CITADA POR DANIEL COMO ELE MESMO LEMBRA E QUE É COMO UM SINAL DE UMA RUINA QUE SE AVIZINHA?
A QUE REALMENTE SE REFERE A EXPRESSÃO? SE AO FIM DOS TEMPOS, QUE TIPO DE SINAL PODERIA SER ESTE?
REFERIA-SE JESUS SOMENTE À RUINA DO TEMPLO 40 ANOS DEPOIS, OU AO FIM DOS TEMPOS?
A CITAÇÃO DO PROFETA DANIEL POR JESUS(Dn 9,27), IMPLICA DIZER QUE FALAVAM DA MESMA COISA?
NAS PRÓXIMAS HORAS, PUBLICAREMOS AS RESPOSTAS PARA ESSES QUESTIONAMENTOS.
AGUARDEM!
Foto: iluminalma.com.br

CONTATO COM O ALÉM.


É POSSÍVEL COMUNICAR-SE COM MORTOS?
É VALIDA A CRENÇA DA COMUNICAÇÃO POR SONHOS, SINAIS OU VISÕES?

O QUE DIZ A BÍBLIA?

O QUE DIZ A IGREJA CATÓLICA?
EM BREVE. NÃO PERCAM !