quinta-feira, 27 de agosto de 2015

MARIA QUER AJUDAR VOCÊ A ACREDITAR NA EUCARISTIA.

  Uma dica simples e maravilhosa para mudar seu jeito de viver a Missa.
Stained glass depicting the Virgin Mary holding baby Jesus © CURAphotography / Shutterstock.com
(Que tal imaginar esta cena acontecendo com você durante a Missa, na companhia de Nossa Senhora? Faça a experiência e verá como sua Missa será incrível!)

Certo sacerdote vivia muito atormentado por graves tentações contra a fé. Sofria dúvidas, principalmente sobre a presença real de Jesus no Santíssimo Sacramento.

Tornaram-se tão graves e tão insistentes, que quase perdeu a coragem de celebrar a Santa Missa. Dirigiu-se então, aflitíssimo à Maria Santíssima suplicando que a ele fosse devolvida, a paz da alma, e afastasse tais tentações. A Virgem Mãe atendeu às orações deste pobre sacerdote.

Certo dia, celebrando ele a Santa missa, aconteceu que, depois do “Pai-Nosso”, desapareceu a Santa Hóstia!

Procurou-a muito aflito, mas, sem resultado, vendo neste incidente inexplicável, um castigo às suas dúvidas. Mas, eis que teve uma visão de Nossa Senhora, bela e sorridente, trazendo nos braços o Menino Jesus todo amável e carinhoso e diz:
 
“Vê aqui em meus braços o Menino Jesus, a quem eu dei a luz em Belém, vê o Menino que eu alimentei e carreguei nos meus braços. É este mesmo! O meu Filho a quem consagras na Santa Missa, a quem tomas em tuas mãos e mostras ao povo para adorá-lo. É o mesmo a quem recebes na Santa Comunhão e cujo sangue, bebes. Deito-O, novamente em tuas mãos para que O recebas com fé e amor.”

Ditas estas palavras, Maria Santíssima entregou a ele, o Menino Jesus, que se transformou, imediatamente na figura do pão.

O sacerdote continuou a Santa Missa com indescritível alegria e piedade. Tomou a Santa Comunhão com tanta fé e gratidão, como jamais o fizera em toda a sua vida.

Nossa Senhora devolveu a paz ao pobre sacerdote!

(Extraído do Livro: Leituras Eucharísticas - Ed. Vozes – 1935)

LITURGIA DIÁRIA - FICAI PREPARADOS!

Primeira Leitura (1Ts 3,7-13)

Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Tessalonicenses.
Irmãos,7ficamos confortados, em meio a toda angústia e tribulação, pela notícia acerca de vossa fé. 8Agora sentimo-nos reviver, porque vós estais firmes no Senhor. 9Como podemos agradecer a Deus por toda a alegria que nos invade diante do nosso Deus, por causa de vós? 10Noite e dia rezamos efusivamente para vos rever e completar o que ainda falta na vossa fé.
11Que o próprio Deus e nosso Pai, e nosso Senhor Jesus dirijam os nossos passos até vós. 12O Senhor vos conceda que o amor entre vós e para com todos aumente e transborde sempre mais, a exemplo do amor que temos por vós. 13Que assim ele confirme os vossos corações numa santidade sem defeito aos olhos de Deus, nosso Pai, no dia da vinda de nosso Senhor Jesus, com todos os seus santos.

Responsório (Sl 89)

Saciai-nos de manhã com vosso amor!
Saciai-nos de manhã com vosso amor!

Vós fazeis voltar ao pó todo mortal, quando dizeis: “Voltai ao pó, filhos de Adão!” Pois mil anos para vós são como ontem, qual vigília de uma noite que passou.
Ensinai-nos a contar os nossos dias, e dai ao nosso coração sabedoria! Senhor, voltai-vos! Até quando tardareis? Tende piedade e compaixão de vossos servos!
Saciai-nos de manhã com vosso amor, e exultaremos de alegria todo o dia! Que a bondade do Senhor e nosso Deus repouse sobre nós e nos conduza! Tornai fecundo, ó Senhor, nosso trabalho, fazei dar frutos o labor de nossas mãos!
 
Evangelho (Mt 24,42-51)

O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 42”Ficai atentos, porque não sabeis em que dia virá o Senhor! 43Compreendei bem isso: se o dono da casa soubesse a que horas viria o ladrão, certamente vigiaria e não deixaria que a sua casa fosse arrombada. 44Por isso, também vós ficai preparados! Porque na hora em que menos pensais, o Filho do Homem virá.
45Qual é o empregado fiel e prudente, que o senhor colocou como responsável pelos demais empregados, para lhes dar alimento na hora certa? 46Feliz o empregado, cujo senhor encontrar agindo assim, quando voltar. 47Em verdade vos digo, ele lhe confiará a administração de todos os seus bens. 48Mas, se o empregado mau pensar: ‘Meu senhor está demorando’, 49e começar a bater nos companheiros, a comer e a beber com os bêbados; 50então o senhor desse empregado virá no dia em que ele não espera, e na hora que ele não sabe. 51Ele o partirá ao meio e lhe imporá a sorte dos hipócritas. Ali haverá choro e ranger de dentes”.

 Reflexão

Neste Evangelho, Jesus nos lembra que a sua vinda ao nosso encontro será imprevista. Por isso devemos viver sempre preparados, nas vinte e quatro horas do dia e nos sete dias da semana. Para deixar claro, ele nos conta três parábolas: a do ladrão, a do empregado fiel e a do empregado mau.
A vigilância consiste em vivermos sempre em dia com as nossas obrigações: familiares, de trabalho ou de estudo, e principalmente com os nossos deveres para com Deus. Fazer o bem e evitar o mal sempre, não apenas quando somos vistos, ou quando os outros poderão ficar sabendo. Isso por que Deus sabe tudo, e conhece a nossa vida toda, minuto por minuto.
“Se o dono da casa soubesse a que horas viria o ladrão, certamente vigiaria.” Jesus se compara com um ladrão, apenas nesse sentido, que ele virá de surpresa. Assim como a nossa vigilância contra ladrões é de vinte e quatro horas, a nossa vigilância na espera de Jesus deve ser igual, pois ele virá de repente.
A recompensa ao cristão fiel é generosa: “O senhor lhe confiará a administração de todos os seus bens”. Para nós, a recompensa será muito maior: a vida eterna junto com Deus e com a sua e nossa família, que são os anjos e os santos. Também o castigo ao cristão infiel será exemplar: O senhor “o partirá ao meio e lhe imporá a sorte dos hipócritas. Ali haverá choro e ranger de dentes”. O inferno é muito pior do que esta figura.
As três parábolas têm a mesma mensagem: O senhor virá no dia em que não esperamos e na hora em que não sabemos.
Esta advertência de Jesus, de vigilância, é de grande atualidade, pois o desenvolvimento da ciência e da técnica traz para nós certo comodismo. Se as coisas são fáceis aqui, pensamos que serão fáceis também com Deus. E é aí que dançamos.
Junto com o conforto, a ciência e a técnica trazem grandes tentações: droga, sexo desenfreado, infidelidade matrimonial, sacerdotal e religiosa, ociosidade... “Não nos deixeis cair em tentação!”
Hoje celebramos a memória de Santa Mônica. Ela nos apresenta um grande meio de perseverança e de vigilância: a oração. Mônica viveu no Séc. IV, na cidade de Tagaste que hoje pertence à Argélia. Seu esposo se chamava Patrício. Ela era católica e o marido pagão. Patrício era um homem violento, rude e de vida devassa. Tiveram três filhos: Agostinho, Navígio e Perpétua. Quando os filhos se tornaram jovens, o pai faleceu, já convertido ao cristianismo, graças à oração de Mônica.
Logo cedo, Agostinho, imitando o pai, tornou-se um jovem peralta, teimoso e indisciplinado. A mãe se esforçava pela sua conversão, através do aconselhamento, mas principalmente através da oração. Terminado o curso fundamental, Agostinho foi para Cartago, cidade grande, a fim de cursar a faculdade. Ali, longe da família, caiu de uma vez: aventuras e prazeres de todo tipo. Um dia ficou sabendo que era pai. Como a mãe era uma prostituta e não tinha condições de criar o filho, Mônica o trouxe para a sua casa e o criou. Chamava-se Adeodato.
Terminada a faculdade, Agostinho foi nomeado professor na universidade de Milão, na Itália. Como Navígio e Perpétua já eram casados, Mônica foi com Agostinho para Milão. Lá, vários anos depois, aconteceu a conversão do filho. Ele resolveu voltar para a sua terra natal. No navio, sua mãe faleceu. No seu livro Confissões, Agostinho escreve as últimas palavras de sua mãe: “Meu filho, não sei mais o que fazer nesta vida. Por um só motivo eu desejava viver. Era para ver você cristão. Agora que Deus me concedeu esta graça, parto feliz deste mundo”. Podemos dizer que Mônica gerou duas vezes Agostinho: para a terra e para o céu.
Maria Santíssima era tão vigilante que, no final de sua vida terrena, foi direto para o céu em corpo e alma. Isso porque a sua vida aqui já era a vida do céu. Santa Maria e Santa Mônica, rogai por nós!





Pe QUeiroz



quarta-feira, 26 de agosto de 2015

COMETI UM GRANDE ERRO. E AGORA?

Gente que erra, mas não é um erro

Somos frutos de nossas escolhas, e como nos diz a Palavra de Deus, “o que alguém tiver semeado, é isso que vai colher!” (Gl 6.7) Logo, a única forma de colher um final feliz é semeando boas escolhas. Não há outra forma.

As pessoas podem até achar que você não tem mais jeito, que é um caso perdido, um atraso na vida de todos. Porém, cabe a você acreditar no que dizem a seu respeito ou ter a coragem de se levantar, sacudir a poeira, dar a volta por cima e provar para si mesmo que você nasceu para ser feliz, que é muito mais do que os olhos podem ver. Você pode assumir o papel de ator principal ou de coadjuvante da sua própria história de vida. A escolha é sua!

Somos frutos de nossas escolhas, mas dependemos completamente da graça de Deus. Na verdade, escolher certo é optar por aquilo que Ele escolheria para nossa vida. Mas, assim, onde entraria aquele famoso “livre-arbítrio” de que tanto falamos se só escolhêssemos as escolhas de Deus?

Primeiro, precisamos entender o que é liberdade e para que ela existe. Para esclarecer essa dúvida, vamos pedir um “help” ao Catecismo Jovem da Igreja Católica, o “YouCat”,  um item que não pode faltar na nossa mochila. Vejamos o que ele diz: “A liberdade é a possibilidade, concedida por Deus, de poder agir totalmente por si próprio; quem é livre não age por determinação alheia. Deus nos criou como pessoas livres e quer a nossa liberdade para podermos optar, de todo coração, pelo bem, pelo mais alto bem, ou seja, por Deus. Quanto mais praticarmos o bem, mais livres nos tornaremos". [286]

Tudo bem! Mas você pode estar se perguntando: “Liberdade não consiste, precisamente, em poder escolher o mal?". O YouCat também nos ajuda nessa dúvida. “O mal só aparentemente é vantajoso, pois optar por ele só nos liberta aparentemente. O mal não dá felicidade; ele furta-nos do verdadeiro bem; liga-nos ao nada e, por fim, destrói toda nossa felicidade. Conseguimos ver essa realidade no vício: nele o ser humano vende a sua liberdade a algo que lhe parece bom. Na verdade, porém, ele torna-se um escravo. Uma pessoa é livre quando diz ‘sim’ ao bem, quando nenhum vício, pressão ou hábito a impede de escolher e praticar o que é correto e bom. A opção pelo bem é sempre uma opção por Deus”. [287]

Em outras palavras, liberdade não é fazer tudo que se quer, mas fazer o que convém. Portanto, somos livres para escolher o que quisermos, inclusive, para fazer as escolhas de Deus.

Felicidade é fruto de constantes boas escolhas. Para alcançá-la será preciso muita luta, muito suor e muito trabalho. Como você reage às quedas que sofre na vida? Como lida com seus fracassos e suas frustrações? Sem dúvida, procurar as respostas para essas perguntas tira-nos o sono e a paciência, não é?

Infelizmente, não existe uma lâmpada mágica, à qual só é preciso esfregar, fazer um pedido e pronto! Tudo resolvido! É vida real, meu amigo, não há mágica, o que existe é atitude. É preciso tomar a decisão de não parar no erro e mudar a situação.

O ‘X’ da questão está em aprender a administrar bem os problemas, não permitir, em hipótese nenhuma, que o contrário aconteça. Se você não dominar seus problemas, eles dominarão você. E eu nem preciso dizer onde isso vai parar.







(Vinicius Sampaio)
sources: Destrave