sexta-feira, 16 de abril de 2010

COMO AJUDAR AS VÍTIMAS DAS ENCHENTES NO RJ

253 mortos, de acordo com último Boletim do Corpo de Bombeiros divulgado nesta quinta-feira dia 15.04.10, com mais de 70 mil desabrigados.
O Brasil inteiro está sensibilizado pelas consequências desastrosas das chuvas que atingiram a cidade do Rio de Janeiro. Frente a essa situação, a RCC do Rio de Janeiro está se mobilizando para ajudar as pessoas afetadas. Durante o Encontro Estadual de Ministérios, nos dias 17 e 18 de abril, será feita coleta de alimentos não perecíveis para serem direcionados às comunidades atingidas.

Todos os servos dos Grupos de Oração que participarão do encontro são chamados a contribuir com generosidade. Quem faz o apelo é a coordenadora estadual do Ministério de Promoção Humana, Rivânia Barbosa: “o que nós, como cidadãos e, mais que isto, como cristãos que somos, podemos fazer em solidariedade a estes nossos irmãos que neste momento tão difícil necessitam de nossa ajuda, não somente em oração mais também na prática? Este é um momento propício para exercermos a caridade, generosidade e misericórdia para com estes que hoje nada tem”.

Você também pode colaborar
Todos nós também podemos ajudar. A CNBB orienta a colaboração com a campanha promovida pela Cáritas do Brasil, sendo disponibilizadas as seguintes contas bancárias para doações.

Banco Bradesco
Agência: 0814-1
Conta: 48.500-4

Banco do Brasil
Agência: 3114-3
Conta Corrente:30.000-4

terça-feira, 13 de abril de 2010

MOMENTOS SEMEANDO A PAZ.

Flashs de alguns momentos do Grupo de Oração de Sábado último.
Muitas Graças e Bençãos foram derramadas e muitos que ali se encotravam, foram alcançados pela misericórida de Deus.
Com o Cego Bartimeu (Mc 10,46-52), aprendemos como nos tornar vitoriosos. Aprendemos que o grande diferencial entre a vitória e o fracasso é a atitude. Que preciso sair do comodismo para que haja transformação. Que a única voz quer precisamou ouvir é a de Jesus que nos chama, e sua voz é aquela que faz arder nosso coração e a que ilumina todo nosso interior de trevas.
Abaixo segue um pequeno vídeo com algumas imagens do momento de louvor.


segunda-feira, 12 de abril de 2010

I ENCONTRO DE CURA E LIBERTAÇÃO


Nos dias, 16,17 e 18 de abril em Mossoró,RN, acontecerá um grande derramamento de graças, com o I ENCONTRO DIOCESANO DE ORAÇAO POR CURA E LIBERTAÇÃO.
Se você necessita de cura física ou renovação espiritual, este convite é pra você. Curas dos traumas, medos, vícios, complexos, árvore genealógica, ódio, mágoas, discórdia, inveja, ciúmes, orgulho, solidão, pavor, desânimo, rancor, tristeza e depressão. Libertação da ruína material, trabalhos escritos ou pronunciados, superstição, seitas satânicas, opressão, perseguição diabólica sobre nós e nossas famílias e maldições.
Um encontro imperdível. É a oportunidade para uma vida mais feliz.
VENHA VIVER UMA VERDADEIRA EXPERIÊNCIA COM O SENHOR JESUS!
TEMA: FIM DA ESCRAVIDÃO: POR ISSO DESCI PARA LIBERTÁ-LO. Êxodo 3,8.
REALIZAÇAO: RENOVAÇÃO CARISMÁTICA CATÓLICA DIOCESANA.

PREGAÇÃO DO Pe. JORGE TADEU.
Pe. Jorge Tadeu Hermes é natural de Abdon Batista, SC. Nasceu em 1957 e foi ordenado sacerdote diocesano em 1983. Desde 1978 trabalha com o ministério de evangelização e cura em todo o Brasil e no exterior.
Autor de vários livros, dentre os quais: Não Jogue Fora Suas Lágrimas, Para curar Sua Árvore Genealógica e Suave perfume da graça.
CONTATOS PELO TELEFONE: 84-3351-4276. (FALAR COM PASCOAL)
LEMBRANDO QUE OS INTERESSADOS PAGARÃO APENAS METADE DO VALOR DA PASSAGEM.
PARTICIPEM E PROMOVAM DIVULGAÇÃO, PARA QUE TODOS POSSAM VIVER UMA NOVA VIDA EM CRISTO JESUS.
LOUVEMOS A DEUS POR TODAS AS PROVIDÊNCIAS E GRAÇAS QUE ALI SERÃO DERRAMADAS EM FAVOR DO SEU POVO.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

TESTEMUNHO: UMA TRAGÉDIA E A MÃO DE DEUS.



Meu nome é Ronaldo Lima, atualmente coordenador da RCC do Pará. Moro em Conceição do Araguaia. Sou casado e tenho quatro filhos: Lucas, Gustavo, Leonardo e Victor. No mês de janeiro de 2009, eu e minha família fomos passear na cidade de São Luis, Maranhão. Voltando para casa, por volta da uma e meia da tarde, cochilei no volante e perdi a direção do carro. Quando me dei conta, estava fora da estrada pela direita, em um desses lugares em que o nível da rodovia é alto, por causa do aterro. Tentei trazer o carro para a pista, mas não consegui, então o veículo a atravessou, bateu numa cerca e capotou.
Perdi os sentidos por alguns segundos. Quando vi, estava de cabeça para baixo. Tirei o cinto e quando saí do carro vi minha família toda esparramada pelo chão, morrendo. Os que estavam atrás estavam sem o cinto. Minha sogra foi arremessada para fora do carro, bateu a cabeça e morreu instantaneamente. Quando a vi fiquei desesperado, corria de um lado para o outro, vi também que o meu pequeno Leonardo tinha um grande corte na cabeça e outro no braço, sangrava e gemia muito. O Victor teve um pequeno corte na cabeça e o Gustavo quebrou a clavícula, além de um corte no pé e outro no braço. Gilsélia, minha esposa, estava caída na parte traseira do carro, não conseguia se levantar sozinha. Peguei-a com tanta força e a tirei dali. Ela quebrou a bacia, fraturou as costelas e perfurou a pleura, uma membrana que envolve os pulmões. Em pouco tempo seu pescoço engrossou, seu corpo começou a inchar e ela foi perdendo os sentidos. Lucas, meu filho mais velho, ficou preso nas ferragens e a gasolina do carro derramava sobre ele, que gritava: “papai, me tira daqui, eu não consigo sair”. Então, eu tentava tirá-lo inutilmente puxando as ferragens, mas minhas forças não eram suficientes, mesmo com medo do carro pegar fogo.
Irmãos, eu gritava: “meu Deus! Onde o Senhor estava que permitiu que isso acontecesse?”. E eu questionava: “Senhor, tantas viagens na missão, às vezes cansado depois de encontros de finais de semana no Pará, lugares tão distantes e na volta pra casa, cansado, nunca me aconteceu nada. Por que com a minha família?”. Fiquei decepcionado com Deus. Foi quando chegou o meu cunhado, que vinha logo atrás, e teve a ideia de usar um macaco e afastar as ferragens. Deu certo, tiramos o meu filho do carro, que tinha quebrado a clavícula e ficou com algumas luxações na perna.
Começou, então, uma longa jornada de sofrimento. Fomos socorridos na pequena cidade de Tutum. O acidente tinha sido tão grave que repercutiu nas cidades vizinhas. Quando chegamos ao hospital, fomos logo examinados e o médico disse que minha esposa e o meu filho Leonardo precisavam ser transferidos imediatamente para a cidade de Caxias, pois ali não havia recurso para eles. Enquanto isso os meus outros filhos estavam sendo examinados e, pela avaliação médica, estava tudo sobre controle. Estávamos preparando a ambulância para sair com minha esposa e o Leonardo para Caxias quando, de repente, chegaram ao hospital outros médicos e um deles estava sendo muito atencioso com minha família. Pedi a ele que fosse ver o meu filho Leonardo, pois eu estava muito preocupado com ele. O médico foi até a sala em que estava o meu filho e voltou correndo, dizendo para o outro médico: “Corre, este garoto precisa ser operado agora, ele está morrendo”. Corri, também, até a sala e vi que meu filho dava seus últimos suspiros, os médicos tentavam reanimá-lo. Uma moça de nome Edinete me puxou, juntamente com outras pessoas e diziam: “socorre sua esposa, se não ela vai morrer, o seu filho a gente cuida”. Saí às pressas, desesperado com aquela imagem na cabeça. Fomos então para Caxias em uma ambulância. Nessa altura, minha esposa tinha inchado três vezes mais e não conseguia respirar sem o aparelho de oxigênio. No caminho, fomos transferidos para uma ambulância do SAMU, que estava vindo de Caxias para nos buscar. O médico, ali mesmo, no meio do caminho, fez uma avaliação e disse que o caso dela era grave. Foi quando ele fez a opção de entrar numa estrada de chão para encurtar o caminho, mas minha esposa não estava aguentando de tanta dor. Ele, então, para evitar os baques, carregava a maca nos braços. Chegamos a Caxias no final da tarde. O hospital já estava mobilizado e uma das enfermeiras, filha de uma serva, nos deu total apoio.
Recebi notícias do Leonardo: a cirurgia tinha sido longa, os médicos retiram o baço, pois tinha rompido com a pancada. Fiquei sabendo, por telefone, que se ele tivesse saído da cidade de Tuntum não passaria do primeiro bairro e que, apesar de estar inconsciente, os médicos estavam esperançosos. A máquina de raio-X do hospital de Caxias não funcionava direito e, depois de várias tentativas e indecisões dos médicos sobre o que fazer, chegaram as irmãs do prefeito de minha cidade, que moram em Caxias, dando total apoio e orientando a sair para Teresina, que fica distante 70km. Não pensei duas vezes. Chegamos a Teresina por volta das 22h e fomos acolhidos pela querida Marineide, coordenadora estadual da RCC do Piauí, que nos conduziu para o hospital São Marcos. Minha esposa imediatamente foi atendida. Passei a noite inteira sentado à beira de seu leito, com muitos questionamentos...
Os médicos queriam me internar, pois eu tinha batido a cabeça, estava com um corte na testa e muito inchado, além de tonturas. Mas, como poderia ficar internado, se meus filhos ficaram todos para trás? Ao amanhecer liguei para o hospital em Tutum, buscando informações sobre meus filhos. Eles estavam sendo cuidados pelos meus cunhados com a ajuda do padre e das irmãs. O Leonardo tinha acordado e meus outros filhos estavam sendo enviados para casa, numa van fretada pelo prefeito da minha cidade. O corpo de minha sogra também estava sendo liberado. Depois, falei com a médica plantonista sobre o caso do Leonardo e ela disse para que eu fizesse a transferência dele imediatamente, pois quem opera do baço precisa estar numa UTI e que se ele passasse mal naquele lugar não haveria recurso. Desesperei-me e somente às 15h é que consegui liberação para transferi-lo. Quando meu cunhado me ligou dizendo que já estavam vindo para Teresina eu chorava muito. Fui então internado. Meu filho chegou a Teresina por volta das 23h, sem papai e sem mamãe. Aquele homenzinho não conhecia ninguém naquela cidade e foi recebido pela Marineide e pelos irmãos da RCC.
O hospital em que o Leonardo foi internado ficava longe de onde estávamos. Fiquei sabendo depois que para ele ser internado o hospital exigiu caução de vinte mil reais, o que foi feito pela Marineide. No outro dia cedo, me dei alta e saí às pressas para vê-lo. Quando cheguei lá na UTI ele abriu só um olhinho e sorriu para mim, dizendo: “papai!” Não me contive e disparei a chorar. Chorava de alegria, de tristeza e de preocupação com medo de que ele ficasse cego, pois não abria um dos olhos.
Liguei para casa e fiquei sabendo que havia sido feita uma mobilização e que toda RCC do Estado do Pará estava em corrente de oração. Soube ainda que minha casa estava sendo preparada pelos irmãos da RCC para receber meus filhos que estavam de volta e também o corpo de minha sogra. Havia uma multidão que tomava conta da rua de acesso à minha casa. Fui à capela daquele hospital, ainda muito magoado com Deus e, num momento de paz interior, Deus me falou: “filho, Eu estava com você naquele acidente, Eu coloquei a mão sobre você e sua família e os protegi. Quando você chegou à cidade de Tutum, Eu já estava lá. Na estrada para Caxias carreguei sua esposa nos braços e quando vocês chegaram a Caxias, Eu já estava lá. Quando chegaram a Teresina, Eu já estava lá. Eu estou em cada uma dessas pessoas que os acolheram e onde quer que você esteja Eu estarei com você”.
Naquele momento eu podia ver cada pessoa que nos acolhia. Os irmãos da RCC de Teresina, que não nos deixaram um só momento, fazendo rodízio dia e noite no hospital. Após a alta de minha esposa, que não tinha como se locomover, fomos acolhidos pela família abençoada de dona Célia e seu Gomes, os pais de Micaelle, amiga da Fernanda. E em minha casa em Conceição do Araguaia, da mesma forma, cuidaram dos meus filhos durante os 15 dias em que ficamos fora.
Meu Deus! Descobri com essa tragédia o valor da solidariedade e de uma simples visita aos doentes em um hospital. Revelou-se uma RCC solidária que se preocupa com os irmãos. Tenho o maior orgulho de fazer parte desse Movimento. Obrigado! Deus abençoe a todos vocês.




Fonte: www.rccbrasil.org.br

LIVRO E FILME ANTI-CATÓLICO

Joseph Dias, secretário geral do Foro Secular Católico (CSF) explica os conteúdos anti-católicos do livro e o filme; e se une ao boicote da Liga Católica (Catholic League – EUA).
O BOICOTE
Não comprem o livro, não vão ao cinema.
Nota do editor: A Liga Católica (EUA) e o Foro Secular Católico (CSF –Índia) uniram suas forças para proibir o filme anti-católico de Dan Brown “Anjos e Demônios” que será lançado em maio. No seguinte artigo, Joseph Dias, secretário geral do CSF explica uma por uma as mentiras do livro de Brown que leva o mesmo nome: Anjos e Demônios. Particularmente iluminador é o testemunho do pessoal do filme que dá a conhecer o Padre Bernard O’Connor, um sacerdote canadense e oficial da Congregação para as Igrejas Orientais da Santa Sé que esteve em Roma o ano passado, quando o diretor Ron Howard estava filmando a obra. Ou seja, quem sabe, talvez Dan Brown, Tom Hanks e Opie Taylor são os Illuminati…

Por Joseph Dias

Dan Brown, o autor do Código de Da Vinci, parece haver-se convertido em um perito na arte do anti-catolicismo e agora leva sua agenda anti-católica um pouco mais adiante com seu livro “Anjos e Demônios”. Além disso, o Co-produtor, Brian Grazer, quer que esta nova obra seja “menos reverente” que o Código de Da Vinci, quer dizer, ainda mais liberalmente anti-católica, o qual já é, se é que se detenha somente no livro.
As pessoas não poderiam reclamar dos realizadores, se estes tivessem deixado de lado figuras históricas e à própria Igreja Católica ao fazer sua obra “de culto”. Entretanto, isto não foi o que aconteceu e o filme menciona uma série de personagens históricos e eventos, cobrindo de mentiras e de uma satanização da Igreja Católica toda a trama. As mentiras no filme tornam difícil que alguém o separe da ficção; e aqueles que não estão familiarizados com a história da Igreja Católica estão condenados a ir-se, depois de vê-lo, com uma má opinião d’Ela.

A HISTÓRIA

O protagonista em ambas as obras, O Código Dá Vinci e Anjos e Demônios, é o especialista em simbologia de Harvard, Robert Langdon (personagem interpretado por Tom Hanks). Em Anjos e Demônios (o filme baseado no romance de mesmo nome que saiu no dia 15 de maio de 2009), Langdon é recrutado pela CERN (Organização Européia para a Investigação Nuclear) para investigar o que aconteceu com uns de seus físicos: ele foi encontrado morto com um misterioso símbolo gravado no peito. Este símbolo era o de uma sociedade secreta que se acreditava extinta há muito tempo, a Irmandade dos Illuminati.
Com o tempo, Langdon se convence cada vez mais de que os Illuminati retornaram. De acordo com Brown, a organização, que tinha a Galileu entre seus membros, foi fundada para afirmar a supremacia da ciência sobre a irracionalidade da religião, especialmente o catolicismo. Agora procura a vingança, tendo capturado a anti-matéria, uma perigosa substância descoberta pelo cientista que foi assassinado. A missão de Langdon é deter os Illuminati antes que destruam o Vaticano com uma bomba de tempo feita de anti-matéria.
Por que são anti-católicos tanto o livro como o filme?
* Um sacerdote e uma religiosa se unem para inseminar-se artificialmente: pode-se apreciar a representação de um jovem sacerdote que antes de converter-se em Papa se apaixona por uma religiosa. Ambos desejam um filho, mas também querem permanecer castos, por isso recorrem à inseminação artificial.

* Distorção de fatos concernentes à vida real: O engano de Brown está em que intercala personagens da vida real como Copérnico e Galileu, assim como organizações verdadeiras, como os Illuminati; com assuntos reais como a ciência e a religião; para chegar assim às suas próprias e elaboradas conclusões, que não têm nenhuma raiz histórica nem se apóiam em fatos históricos; e terminam sendo simples e flagrantes mentiras.

* Falso retrato da Igreja Católica: Dan Brown sabe o que a história diz e mesmo assim, deliberadamente a representa mal. Sua distorção de propósito da verdade está pensada para caluniar a Igreja Católica. Brown quer mostrar que a Igreja Católica vê a ciência como um inimigo e que não se deterá ante nada para jogá-la em uma esquina.

* Mentiras sobre a CERN e a anti-matéria: Brown começa com uma página de “fatos” em que menciona a CERN. Ele a descreve como uma entidade a Suíça que criou a anti-matéria, “a mais poderosa fonte de energia conhecida pelo homem”. É tão poderosa que “uma só grama de anti-matéria contém a energia de uma bomba nuclear de 20 kilotons, o tamanho da bomba jogada sobre Hiroshima”. Isto simplesmente não é certo.

* A CERN clarifica o assunto com feitos: A CERN recebeu muitas perguntas sobre o que Brown alega, tanto assim dedicam uma seção especial em sua página Web para respondê-las. Por exemplo, a Web Page precisa que “CERN não é um instituto suíço, a não ser uma organização internacional”; está localizada na Suíça e parcialmente na França. A anti-matéria sim existe, e é criada rotineiramente na CERN, mas “não existe a possibilidade de usar a anti-matéria como uma ‘fonte’ de energia”.Uma pergunta comum que fazem às autoridades desta organização é: “Fazem a anti-matéria como se descreve no livro?” A resposta é clara: “Não”. Todo mundo quer saber que tão perigosa é a anti-matéria em realidade. A CERN precisa que esta é “totalmente segura, dadas as diminutas quantidades nas que a fazemos. Seria muito perigoso se fizéssemos alguns gramas, mas isto tomaria milhões de anos”.

* A Igreja Católica usa qualquer meio para liderar a vingança: Mais importante ainda, Brown diz na seguinte página que “a Irmandade dos Illuminati é um fato”. E o que procuram os Illuminati? No livro se diz que “os Illuminati foram caçados sem piedade pela Igreja Católica”. No trailer do filme, Tom Hanks, que faz o papel de Langdon, diz sobre a sociedade secreta que “a Igreja Católica ordenou um massacre brutal para silenciá-los para sempre. Eles voltaram para a revanche”. Nas páginas 39-40 do livro, diz-se que os Illuminati foram fundados no século XVI, o filme afirma o mesmo. Na página 223 se diz que “a palavra da Irmandade de Galileu começou a difundir-se na década de 1630 e que os cientistas de todo o mundo faziam uma peregrinação secreta a Roma esperando poder unir-se aos Illuminati….”.
O diretor do filme, Ron Howard, concorda: “Os Illuminati se formaram no século XVII. Eram artistas e cientistas como Galileu e Bernini, cujas idéias progressivamente foram ameaçando o Vaticano”. Brown, em seu sítio Web, reafirma esta idéia central: “é um fato histórico que os Illuminati queriam vingar-se do Vaticano no século XVII. Os primeiros Illuminati –os da época do Galileu– foram expulsos de Roma pelo Vaticano e caçados sem misericórdia”.

* Mentiras sobre os Illuminati: A verdade é que nenhum membro dos Illuminati foi caçado e muito menos assassinado por parte da Igreja Católica. Saber exatamente quais foram os Illuminati demonstra quão falsas são as afirmações do Brown. Os Illuminati foram fundados por um professor de leis chamado Adam Weishaupt, na Baviera, Alemanha, em 1 de maio de 1776. Não duraram muito: paralisou totalmente em 1787. Este não é um assunto em disputa, assim arrastar Galileu a esta fábula é bastante desonesto. Ele morreu em 1642, quase 150 anos antes que os Illuminati fossem fundados. Brown tem que saber tudo isto porque em seu próprio sítio Web há uma seção sobre os Illuminati que corretamente precisa sua fundação em 1776!

* Canonização e a Santa Comunhão “emprestadas” do paganismo: Anjos e Demônios afirma que a tradição da Igreja da canonização está tirada de um antigo rito “para fazer-se deus”. Mas os Santos não são pessoas feitas deuses, e em nenhum caso as origens pagãs da canonização poderiam haver-se explicado com precisão porque não são tais. Não existe, além disso, absolutamente nenhuma evidencia para a afirmação do Brown sobre o fato que morrer pelos pecados dos outros seja uma idéia cristã roubada ao legendário rei asteca Quetzalcoatl. A Santa Comunhão, segundo Brown, é um conceito que foi tirado dos astecas. Mas o fato concreto é que a Cristandade precede à civilização asteca por mais de 1000 anos.

* Mais mentiras históricas sobre personagens reais: O livro considera que a CERN inventou a Internet, o que é claramente falso. Ela lhe dá crédito a dois repórteres da BBC (da Inglaterra) que ganharam o Prêmio Pulitzer, em que pese a que este prêmio só se entrega a americanos. Afirma além que Winston Churchill foi um “católico incondicional”, quando a verdade é que nunca foi católico. Apresenta a idéia de que a Igreja Católica é muito rica, quando em realidade seu orçamento anual de operação se poderia comparar ao de um quinto da Universidade de Harvard (EUA). O livro diz que Copérnico foi assassinado, quando a história precisa que morreu de um ataque. O texto assinala além que Galileu foi um pacifista, embora não há evidências de que o fora. Brown toma uma crença: que os cientistas cristãos consideram inadequado o tratamento médico para uma pessoa jovem e o atribui falsamente ao catolicismo. Pinta além disso, falsamente, aos católicos como opostos ao ensino da evolução e identifica a uma organização protestante, a Christian Coalition (Coalizão Cristã) como uma entidade católica, quando não o é.
*O Papa Pio IX retratado como um desviado sexual: Brown quer promover todo tipo de estereótipo negativo sobre a Igreja Católica. Um dos favoritos de todos os tempos é a alegada fobia da Igreja ante a sexualidade. Por isso não deve surpreender que Brown presente o Papa Pio IX como um “maníaco eliminador de pênis” que destruiu grandes obras de arte. “Em 1857 –diz Brown na página 159– o Papa Pio IX decidiu que a representação masculina completa poderia incitar à luxúria dentro do Vaticano. Assim tomou um cinzel e um martelo e destruiu todas as genitálias de todas as estátuas masculinas dentro da Cidade do Vaticano”.Pio IX, em vez de ir caminhando pelo Vaticano com seu martelo em mão, golpeando as estátuas masculinas entre as pernas, em realidade apoiou prodigamente as artes e premiou aos artistas por suas contribuições. É também conhecido por ter restaurado as pinturas no Vaticano.

*O Papa Urbano VIII rejeita ao escultor Bernini e a escultura de Santa Teresa (de Ávila): Brown guarda suas melhores armas para a suposta má reação do Papa ante a obra mestra de escultura de (Gian Lorenzo) Bernini, “O êxtase da Santa Teresa”. Segundo Brown, “o Papa Urbana VIII tinha rechaçado ‘O êxtase da Santa Teresa’ por ser uma obra sexualmente explícita para o Vaticano. Assim que a desterrou a alguma escura capela no outro lado da cidade”. Na mesma página, a 442, lê-se que “a escultura, como qualquer pessoa que a viu pode testemunhar, era algo menos algo cientista-pornográfico, mas certamente não científico”. Na seguinte página escreve que “a estátua representava a Santa Teresa sobre suas costas na agonia de um intenso orgasmo”.Novamente, Brown simplesmente cria “fatos” que calcem em sua agenda. Para os principiantes na escultura, Teresa não está sobre suas costas, mas sim sentada. Quanto a Urbano VIII, não foi um adversário de Bernini, mas sim foi seu amigo e patrono. Em uma biografia de Arthur Lubow sobre este grande artista, se precisa que durante os 20 anos de pontificado de Urbano VIII, Bernini foi tratado como se fora da realeza pelo Papa. De fato, Bernini foi o favorito de todos os Papas enquanto viveu, e foi condecorado com a Cruz da Ordem de Cristo.

* Brown eleva à ciência ao lugar de Deus: Na página 31, um dos personagens do Brown se regozija ao dizer que “logo se provará que todos os deuses são falsos. A ciência dará a resposta a quase todas as perguntas que o homem possa fazer”. Assim, que coisa resta? “Só restam algumas perguntas”, escreve Brown, “e essas são as perguntas esotéricas”. Como por exemplo o verdadeiro sentido da existência! Na página 218, Brown se emociona tanto com a promessa da ciência que para expressá-lo usa itálicos e exclama: “A Ciência é Deus!”. Na página 474, fica totalmente claro: “A medicina, as comunicações eletrônicas, as viagens espaciais, a manipulação genética são os milagres sobre os que falamos com nossos filhos. Estes são os milagres que levamos como prova de que a ciência nos dará todas as respostas”. E logo se lança pelo ouro: “As antigas histórias sobre imaculadas concepções, sarças ardentes e mares abertos já não são relevantes. Deus se tornou obsoleto. A ciência ganhou a batalha”.
Nesta perspectiva, há algo que a ciência não possa fazer? Evidentemente não. Aqui Brown apresenta sua postura mais extrema (página 658): “A ciência veio para nos salvar da enfermidade, da fome e da dor! Hei aqui a ciência, o novo Deus dos milagres infinitos, onipotente e benevolente! Ignorem as armas e o caos”. A ciência deu um elixir para os problemas pessoais: “Esqueçam a solidão fraturada e o perigo interminável. A Ciência está aqui!”.

* O fato é que o catolicismo promoveu a ciência e a astronomia: a Ciência não teria progredido se não tivesse sido assim. “Nos últimos 50 anos”, afirma o professor Thomas E. Woods, Jr., “virtualmente todos os historiadores da ciência… chegaram à conclusão de que a Revolução Científica se deveu à Igreja”. Para o sociólogo Rodney Stark a razão pela que a ciência emergiu na Europa e não em nenhum outro lugar, foi o catolicismo. “sabe-se que na China, no Islã, na Índia, na Grécia antiga e em Roma, todos tiveram uma muito desenvolvida alquimia. Mas somente na Europa esta alquimia se transformou em química. Por essa razão, muitas sociedades desenvolveram elaborados sistemas de astrologia, mas solo nisto Europa levou a astronomia”.
O rol pioneiro dos católicos na astronomia está fora de discussão. J.L. Heilborn da Universidade de Califórnia em Berkeley escreve que “A Igreja Católica ajudou mais que ninguém financeira e socialmente ao estudo da astronomia por mais de seis séculos, da recuperação dos estudos antigos durante a última etapa da Idade Média até a Ilustração”. Somente os alcances científicos dos jesuítas alcançaram todos os cantos da terra.
O que fez ao catolicismo tão amigo da ciência e por que a ciência se originou na Europa e não em outra parte? Stark sabe o porquê: “Porque o Cristianismo representava a Deus como um ser racional, sensível, confiável e onipotente, e o universo como sua própria criação pessoal. entendia-se então que o mundo natural tem uma estrutura estável, racional, legal, que espera (em realidade que convida) à compreensão humana”.

* A Igreja e Galileu, muitas falsidades: Os mitos sobre Galileu são tantos que somente uns poucos se dão o trabalho de consultar os fatos históricos para saber o que em realidade aconteceu. Brown explora esta ignorância ao máximo. Quando afirma na página 41 que os “dados do Galileu estavam fora de discussão”, não chega nem perto da verdade. Por exemplo, sabemos que as marés se explicam pelas forças gravitacionais da lua. Mas a fixação de Galileu sobre a terra girando ao redor do sol não lhe permitiu compreender isto, ele pensava que as marés deviam compreender-se a partir do fato de que a terra girava ao redor do sol. E o que é mais importante, o que colocou a Galileu em problemas não foram suas idéias mas a sua arrogância: fez afirmações que não podia sustentar cientificamente.
Se Galileu foi castigado por sustentar que a terra gira ao redor do sol, então por que Copérnico não foi castigado? Afinal de contas, Copérnico teve esta idéia antes mesmo que Galileu chegasse a ela, e assim como Galileu, Copérnico era católico. A diferença está em que Copérnico foi um cientista honesto: estava contente afirmando suas idéias a modo de hipótese. Galileu repudiou fazer o mesmo, inclusive quando não podia as provar.
Se a Igreja Católica quis tirar o Galileu do mapa, então como se explica que fora gabado por seu trabalho em Roma em 1611? Por que o Papa Paulo V o acolheu? Por que se fez amigo do futuro Papa, Urbano VIII? Francamente, Galileu nunca se meteu em problemas antes de começar a insistir em que o sistema copernicano era positivamente certo. Quando esteve de acordo tratando isto como uma hipótese ou como uma proposição matemática, não sofreu nenhuma sanção.
Em 1624, o Papa Urbano VIII deu a Galileu medalhas e outros presentes, e lhe rogou que seguisse realizando seu trabalho. De acordo com Woods, “Urbano VIII lhe disse ao astrônomo que a Igreja nunca tinha declarado que o sistema do Copérnico era herético, e que a Igreja nunca faria isso”. Isto, é obvio, não é o que Brown quer que acreditemos. Oito anos depois, Galileu escreveu em seu “Dialogo sobre os principais sistemas do mundo”, e o fez a pedido do Papa. Mas esta vez Galileu assinalou que a teoria copernicana era empiricamente certa. Além disso, apresentou-se como teólogo, não somente como matemático, e esteve de acordo em fazê-lo. A Igreja não estava contente, e se sentiu marcada por ele. De igual modo, a comunidade científica não estava impressionada. Sua arrogância era terrível para muitos fora da Igreja assim como dentro dela.
É fácil para nós dizer que a Igreja reagiu exageradamente com Galileu. Isto é certo. Mas é também importante notar que ele nunca foi torturado e não passou um só dia na prisão. Foi confinado ao arresto domiciliário em uma modesta casa durante 9 anos. Inclusive passou um tempo na casa do Arcebispo de Siena. Não é exatamente a experiência tipo gulag (campos de trabalhos forçosos russos no tempo do Stalin aonde morreram milhões de pessoas) que nos têm feito acreditar. Seria interessante saber como Brown explicaria o fato que o primeiro líder da Pontifícia Academia para as Ciências não foi outro que seu “mártir” favorito Galileu Galilei!
Se a Igreja Católica era tão anti-ciência, por que o Papa Bento XIV outorgou o imprimatur (permissão eclesiástica oficial para a impressão de uma obra católica) à primeira edição dos trabalhos completos do Galileu? Assim o fez em 1741. E se necessitamos melhores provas para demonstrar que o abrasivo do Galileu teve algo que ver com a resposta da Igreja, deve considerar-se que cientistas como o P. Roger Boscovich seguiram explorando as idéias copernicanas enquanto Galileu foi encontrado “veementemente suspeito de heresia”. Também deve notar-se que aos católicos nunca lhes proibiu ler a Galileu, inclusive os livros científicos de todo tipo circularam livremente durante e depois da censura ao Galileu.
As razões do Bill Donahue
Segundo Bill Donahue da Liga Católica dos Estados Unidos, “dentro de pouco, a equipe formada por Dan Brown e Ron Howard terão gerado na audiência a crença de que Galileu era membro de uma sociedade secreta, os Illuminati, e que esse grupo procura vingar do Vaticano pela história anti-ciência da Igreja Católica. O fato é que Galileu morreu quase 150 anos antes que os Illuminati fossem fundados em 1 de maio de 1776. Por que mentir então? Porque sua meta é mostrar à Igreja Católica como uma inimizade da ciência, e qual outra melhor forma que usar para isto o seu mártir favorito, Galileu? A vítima perfeita, mencionada perseguição do Galileu, é citada assim como prova da guerra da Igreja contra a razão”.
“Galileu nunca foi aprisionado ou torturado. Seu confinamento foi uma detenção domiciliária, embora não garantido, e estava mais em função de sua arrogância que das suas idéias: persistiu em apresentar idéias (tiradas de Copérnico, um cientista católico que nunca foi castigado) como cientificamente precisas, algo do que inclusive cientistas de seu tempo duvidavam”.

* Testemunhos em contra da Igreja de parte do pessoal que produziu o filme: O Padre Bernard O’Connor, um sacerdote canadense e oficial da Congregação para as Igrejas Orientais da Santa Sé, estava em Roma o ano passado enquanto o diretor Ron Howard filmava a obra. O’Connor se encontrou duas vezes com o pessoal da mesma e conversou de maneira informal com 20 deles. Estava vestido casualmente de modo que ninguém se deu conta de que era um sacerdote. Falaram abertamente, pensando que era somente “um turista amistoso”. O Padre escreveu um artigo sobre sua experiência na revista mensal, Inside the Vatican (Dentro do Vaticano). Um dos trabalhadores que disse ser um dos “encarregados” opinou assim: “a Igreja miserável está contra nós outra vez e nos está causando problemas”. Logo, falando de seu amigo Dan Brown, acrescentou “como muitos de nós, ele com freqüência diz que faria algo para demolir esta detestável instituição, a Igreja Católica. E triunfaremos. Já verão”. Quando o Padre O’Connor lhe pediu que precisasse suas afirmações, o oficial de produção disse “ao final desta geração não existirá mais a Igreja Católica, ao menos não na Europa ocidental. E em realidade os meios merecem muito crédito por seu desaparecimento”.
“Finalmente o público está entendendo nossa mensagem”, disse logo. A mensagem está claramente definida: “a Igreja Católica tem que ser debilitada e eventualmente desaparecer da face da terra. É a primeira inimizade da humanidade. Sempre o foi”. Este mesmo senhor lhe dá o crédito disto à “televisão, Hollywood, as indústrias da música e de vídeo, junto com cada um dos jornais que existem, pois todos dizem o mesmo”. Este sujeito também mencionou o papel que algumas universidades jogaram para minar o catolicismo.
Quais são os Illuminati e o que se diz que têm feito?
Em realidade, os Illuminati foram homens da Ilustração que acreditaram possuir algum tipo de conhecimento especial que lhes permitiria reformar a Alemanha. Weishaupt, seu fundador, pedia a seus seguidores que deixassem a suas famílias e amigos –a modo de culto– para que pudessem construir uma sociedade revolucionária. Antes de morrer, renunciou a todas as sociedades secretas e se reconciliou com a Igreja Católica. Mas nada disto se diz porque Brown quer que acreditemos que os Illuminati ainda existem.
Apesar de que os Illuminati morreram faz muito tempo (em 1787), a seguinte é uma lista de algumas das coisas que se diz realizaram. Os Illuminati teriam sido responsáveis pelo assassinato dos seguintes presidentes (do EUA): Abraham Lincoln (1861-1865), William Henry Harrison (1841), Zachary Taylor (1849-1850), James Garfield (1881) e William McKinley (1897-1901). Também foram “provavelmente” responsáveis pelo assassinato do Warren Harding (1921-1923) e “possivelmente” do Franklin Roosevelt (1933-1945). De qualquer modo, a morte da Princesa Diana também teria sido obra dela.
Certamente esta sociedade secreta “deixou seu rastro na história”. Aqui menciono alguns dos fatos históricos que seriam sua responsabilidade: a Revolução Francesa; a Revolução Russa; animar a Marx e Engels para que escrevessem o Manifesto Comunista; uma tentativa de derrocar aos Estados Unidos; persuadir o Papa para que dissolva aos jesuítas (os quais são considerados por alguns como os fundadores dos Illuminati); manipular ao Juiz (John) Marshall (1801-1835), Presidente da Corte Suprema dos Estados Unidos para que entregue os “poderes implícitos” do governo federal; instigação de levantamentos na Europa na década de 1840; manipulação de Lincoln para que adote um imposto gradual.
Diz-se também que os Illuminati teriam apoiado: a Reserva Federal (do EUA), as Compensações de trabalhadores, a 16º emenda (adoção de um imposto federal aos ganhos); a Liga de Nações, a Partida Comunista; o Plano Marshall; as Nações Unidas, o Conselho par as Relações Exteriores, a Comissão Trilateral e o Banco Mundial.
Também teria jogado um papel importante para fomentar a Primeira guerra mundial, a Segunda guerra mundial (teriam animado a Hitler a invadir a Polônia), a Guerra Fria e o 11 de setembro. É responsável além dos ataques ao cristianismo e por dividir aos judeus ortodoxos dos conservadores. A AIDS, o Ébola e o Síndrome da Guerra do Golfo seriam também criação dos Illuminati. Inclusive seriam responsáveis pelo Furacão Katrina e da Cruz Vermelha (que se beneficiou do mesmo).
Joseph Dias é o Secretário Geral do Foro Secular Católico (CSF). Com comentários de Bill Donahue, Liga Católica (Catholic League – o EUA)